Falta d’água em Santarém é culpa do governador

O vereador Dayan Serique (PPS) afirmou e teceu criticas, na tribuna do Poder Legislativo de Santarém, que a falta d’água em Santarém, tem um nome:  Simão Jatene. 
Segundo o vereador, cabe ao governador determinar à Cosanpa fazer investimentos em Santarém. Lamenta que isso não tenha surtido efeito.
Dayan ironiza dizendo que a Cosanpa em Santarém arrecada mensalmente cerca de R$ 1 milhão e somente R$ 7 mil reais são destinados ao escritório local, para que possa administrar toda a gama de demandas em Santarém e na região.
O vereador lamenta a falta de critério do governador do Estado. Ele entende que Santarém merece melhor respeito e acrescenta que a população não se nega a pagar pelo consumo, mas quer água em suas casas.
“Volto a atribuir culpas ao governador do Estado do Pará, porque não determina que Santarém tenha um atendimento melhor. Cobramos veementemente na tribuna, para que o governador olhe com carinho a população de Santarém, que está sem água”.

Vereador recebe diretoria do bairro Jardim Santarém e fala sobre obras no bairro.

Diretoria do bairro Jardim Santarém cobra conclusão de obras  

Moradores do bairro Jardim Santarém, estão cobrando conclusão de obras públicas. Essa preocupação foi colocada ao vereador Valdir Matias Junior (PV), que esteve reunido com os comunitários.
Vereador  Matias Junior disse que esteve conversando com a diretoria do bairro e esta se mostrou preocupada com as obras de infraestrutura, como drenagem, saneamento e asfaltamento que o bairro está recebendo.  “Eles pediram agilidade nessas obras e que elas sejam concluídas o mais rápido possível”, alerta. Segundo o líder do PV, Matias Junior, é preciso um acompanhamento junto ao Núcleo de Gerenciamento de Obras Especiais – NGO, sobre os recursos repassados a partir do Governo Federal, para que essas obras sejam concluídas o mais rapidamente possível, já que segundo o vereador, estão causando alguns transtornos no ir e vir.
Reafirma o vereador que junto com a direção do bairro, vai continuar acompanhando junto ao NGO, para que com as obras concluídas, possam dar melhor condição de vida da população. “Na reunião com o NGO, vai puxar esse cronograma de conclusão das obras”, estimula.

O trânsito e a mudança de sentido imposta pela SMMT

Muitas são as reclamações dos proprietários de veículos com as mudanças implementadas pela Secretaria Municipal de Trânsito nos sentidos das ruas que são paralelas entre à Curuá-Una e a Barão do Rio Branco. As mudanças obrigam a quem vem pela Curuá-Una para o Centro, ter que ir até a Barão, pois as demais (Turiano e 15 de Agosto, com exceção da Dom Amando), não permitem a trafegabilidade no sentido Centro. Ou seja, ao invés de melhorar, piorou! 
Resumindo:  o Centro ficou mais longe...

Burocracia na Administração Pública

É um Deus nos acuda você conseguir a liberação de qualquer documento junto á Prefeitura de Santarém e necessário para as atividades que desenvolvem os particulares, seja como corretor; seja na liberação de Alvará de construção; seja na obtenção de certidão; seja até mesmo, nas impugnações de lançamentos tributários. Há uma revolta geral pelos entraves criados na atual administração do Prefeito Alexandre Von, onde tudo se complica, e muitas das vezes se exigem atitudes e até pagamento total daquilo que está sendo parcelado, sem o que emperra a documentação que você precisa ter em mãos. A cabeça pensante de tantos atos burocráticos de quem os implantou vai à linha contrária das atividades do dia-a-dia e é o inverso do que praticam as Prefeituras das grandes cidades.

ABUSO DO DETRAN


BOCÃO 08

Uma leitora encaminhou denúncia à coluna, com pedido de publicação, para falar sobre o abuso cometido por agentes do Detran, em Santarém: “Amigo, Bocão, apreenderam uma moto de minha empresa que estava toda regular, em uma blitz. Isso aconteceu no final da tarde da última sexta-feira. O documento da moto estava regular e o condutor tinha habilitação. O único problema é que na ocasião da blitz, o condutor estava com a taxa de licenciamento anual paga e com o documento antigo, já que o novo ainda não havia chegado. Mesmo assim, a moto foi apreendida e levada pelo guincho, junto com outras sete motos. O agente do Detran informou que não podia fazer nada e que a situação só poderia ser resolvida na segunda-feira; e que fôssemos ao Detran às 8 horas, que não pagaríamos diária. Mas nada disso aconteceu; cheguei no Detran às 07:45 horas, enfrentei uma fila gigantesca e só começaram a atender às 08:30 horas. Resultado, tive que pagar R$ 152,00 de duas diárias. Amigo Bocão, no Auto de Infração o agente do Detran colocou que o condutor estava sem habilitação e para infelicidade dele, colocou o número da habilitação no Auto. Se contradisse. Agora eu pergunto: Será que isso eles estão fazendo com todos que possuem veículos? Será que a ordem do Governador é arrecadar, para ajudar seu candidatos nessas eleições? Eles estão fazendo de tudo arrecadar dinheiro”. A denúncia é séria e o Ministério Público deve entrar em ação e investigar essa denúncia de abuso dos agentes do Detran. ( BOCÃO - o IMPACTO)

INCENTIVANDO A SONEGAÇÃO


BOCÃO 04
A representante da empresa Individual Maria Solange de Carvalho – CNPJ nº 18.548.862/0001-19 e SEFA nº 15.417.954-0, ingressou com representação junto a SEFA informando que um indivíduo comprou na razão social de sua empresa uma grande quantidade de mercadoria e o processo foi arquivado, não demonstrando as autoridades nenhum interesse em apurar a situação; presume-se porque a empresa é de pequeno porte.
INCENTIVANDO A SONEGAÇÃO 2
O arquivamento é ilegal, já que promove enriquecimento ilícito de terceiros em detrimento a outrem. Com esse procedimento irregular os empresários devem comprar em nome de outras empresas, já que nada acontece com quem compra na razão social de terceiros.
INCENTIVANDO A SONEGAÇÃO 3

Com descaso da SEFA, a representante da empresa, através de sua advogada, ingressou na justiça para saber do Coordenador o motivo de ter arquivado e protegido o empresário que comprou milhões de reais em sua empresa. O Fisco usa duas medidas e dois pesos. Isso demonstra que sua administração não é igual para todos. Ou seja, alguns possuem privilégios.

COMENTÁRIOS DO POVO...

Marcelo diz:
  1. O Estado está tocando o terror em todos os segmentos. Não temos a quem recorrer. É empresario sendo perseguido, é cidadao comum sendo perseguido, é professor tendo seus direitos ignorados e nao pagos, é porrada de todo lado. Já cheeega.
  2. Manuel diz:
    Comprar milhões no nome de outrem e nao sofrer nenhuma consequencia é um absurdo. Como pode a Sefa ser omissa numa denuncia dessas? e ficar tocando o terror em quem está tentando fazer tudo direitinho apesar dos pesares?
  3. Renata diz:
    Seu Birinha merece o respeito dos cidadãos santarenos. Preside com maestreza a subseção de Santarém. Sempre comprometido com as causas de relevancia para o nosso povo.
  4. CHEEEEGA!!! diz:
    Presidente, deputados, senadores, prefeitos
    Governadores, secretários, vereadores, juízes
    Procuradores, promotores, delegados, inspetores
    Diretores, um recado pras senhoras e os senhores
    Eu pago por tudo isso, imposto sobre o serviço
    A taxa sobre o produto, eu pago no meu tributo
    Pago pra andar na rua, pago pra entrar em casa
    Pago pra não entrar no Spc e no Serasa
    Pago estacionamento, taxa de licenciamento
    Taxa de funcionamento liberação e alvará
    Passagem, bagagem, pesagem, postagem
    Imposto sobre importação e exportação, Iptu, Ipva
    O Ir, o Fgts, o Inss, o Iof, o Ipi, o Pis, o Cofins e o Pasep
    A construção do estádio, o operário e o cimento
    Eu pago o caveirão, a gasolina e o armamento
    A comida do presídio, o colchão incendiado
    Eu pago o subsídio absurdo dos deputados
    A esmola dos professores, a escola sucateada
    O pão de cada merenda, eu pago o chão da estrada
    A compra de cada poste eu pago a urna eletrônica
    E cada arvore morta na nossa selva amazônica
    Eu pago a conta do Sus e cada medicamento
    A maca que leva os mortos na falta de atendimento
    Paguei ontem, pago hoje e amanhã vou pagar
    Me respeita! Eu sou o dono desse lugar!
    Chega!
  5. Maria Sousa diz:
    Onde vamos parar com toda essa perseguição? A Sefa daqui a pouco ja vai estar mandando cartinhas pra gente no mes subsequente ao recolhimento. Somos empresários, nao somos bandidos. Merecemos respeito.
  6. Eleitor sem rabo preso. diz:
    Seu zé ta desesperado… kkkkk

PERSEGUIÇÃO DO FISCO CONTINUA NO OESTE DO PARÁ...


BOCÃO 03
A perseguição tributária continua no Oeste do Pará. Pior para pequenas empresas enquadradas no Simples, que são obrigadas a pagar imposto pela apreensão de mercadoria. As empresas são coagidas a recolher imposto, quando o Fisco realiza apreensão e só libera se o empresário recolher o imposto. O mais absurdo é quando o Fisco elege a transportadora como fiel depositária e não as empresas responsáveis pelas mercadorias, já que são elas que pagam os fornecedores e sofrem prejuízos com apreensão indevida.
PERSEGUIÇÃO DO FISCO 2
Como forma de pressão, o Fisco passa a responsabilidade para as transportadoras auferirem vantagem com o armazenamento, com apoio do Secretário da Fazenda e demais autoridades, que fecham os olhos diante de tamanha arbitrariedade. O Fisco do Estado no atual governo trata os empresários com dois pesos e duas medidas – ou “duas caras”, os empresários são sacrificados, perseguidos e humilhados, com procedimentos arbitrários do secretário Nilo. Alguns auditores, às vezes extrapolam suas funções pressionando os empresários. É uma vergonha a pressão que os empresários sofrem.
PERSEGUIÇÃO DO FISCO 3

A burocracia excessiva, perseguição fiscal, apreensão de mercadorias, indicação da transportadora como fiel depositária, pressão psicológica para recolher o imposto indevidamente e outras humilhações que submetem os empresários pelas ordens do Secretário. Os empresários devem denunciar na Assembléia Legislativa, através do deputado Eraldo Pimenta, que já demonstrou interesse em defender os empresários das arbitrariedades e pressão para recolher ICMS.

ENGANANDO O POVO ( BOCÃO)



BOCÃO 02
O Ministério Público Eleitoral deve ficar de olho no prefeito Alexandre Von. Passou mais de 3 anos sem visitar o povo como Prefeito, agora como candidato só vive nas ruas. Agora em época de campanha as máquinas da Prefeitura não param de trabalhar. É trabalho em prol da sociedade ou para conseguir voto?

ENGANANDO O POVO 2


O prefeito Von fala bonito, deve ganhar todos os debates, porém, não gosta de trabalhar, já provou isso nesses quase 4 anos. Sabendo que não vem mais para a reeleição, a situação vai piorar ainda mais. Falar bonito é sinal de lero-lero, trabalho que é bom, neca-neca.

COMEÇOU O CHORORÔ - ( BOCÃO DO IMPACTO)

BOCÃO 01

O DESESPERO DO ZÉ

Fiquei sabendo que o Procurador do Município, Dr. José Maria Lima, se manifestou contra o resultado da pesquisa publicada no Jornal O Impacto. Dr. José Maria, se o senhor acha que houve fraude, ingresse na Justiça. Como competente advogado não misture questões técnicas com política, pois qualquer empresa com qualquer tipo de atividade pode mandar fazer pesquisa. 
  • Fraude foi o que ocorreu no plebiscito de Mojuí dos Campos, aquilo sim que houve até condenação e um acordo, lembra Dr. José Maria? 
  • A justiça homologou a pesquisa, ela está errada Dr. José Maria? 
  • Sei do seu amor pelo serviço público; é medo de perder esse emprego? 
  • Sei do que ocorreu no plebiscito de Mojuí dos Campos. Então, não tire uma de neófito, já tem experiência como advogado, qualquer empresa pode encomendar pesquisa. Uma lava jato pode acontecer na Prefeitura a exemplo do plebiscito de Mojuí dos Campos. 
  • Dr. José Maria, a Justiça é o meio legal para decidir o certo ou o errado.


O DESESPERO DO ZÉ 2

Dr. José Maria, é desespero? Ou é amor demais no serviço público? O Jornal O Impacto sempre encomendou pesquisa e todas deram certo. Em todas as pesquisas divulgadas, o candidato ganhou. Até do seu Prefeito, lembra Dr. José Maria? Esqueceu o amor que o senhor tinha pelo ex-prefeito Lira Maia? Ou o senhor só fica ao lado de quem está no poder? Dr. José Maria Lima, a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral, será que o senhor tem mais conhecimento do que a autoridade judicial? Será que o senhor tem poder de mando? Perguntar não ofende Dr. José Maria, analise a situação tecnicamente e não politicamente, é feio como advogado o senhor se expressar por amor ao emprego.


3 Comentários da população para Bocão Ed. 1108

  1. Raimunda diz:
    José Maria quer mais quatro anos de moleza… deveria se envergonhar desse governo que só levou Santarém ao caos. Pior do que já estava.

  2. Tadinho, a crise amedronta mesmo. Eles não querem perder a teta pra sugar mais 4 anos. Quer moleza, Ze? Senta num pudim, tu que só vive na moleza...
  3. Rita de Cássia diz:
    As famosas “obras eleitoreiras”… nesse período veremos o pessoal que presta serviço pra prefeitura sendo escravizados pelas ruas de Santarem.

25 ANOS DO MUSEU JOÃO FONA


O Centro Cultural João Fona (CCJF) comemora 25 anos de fundação neste sábado (27). Para festejar a data, uma série de atividade foi elaborada, que teve início na quinta-feira (25/08), com o tema: “preservando e contando a história de Santarém”. Dentre as atividades está a exposição “Reencontro”, do artista plástico Laurimar Leal, exposição de fotos da cidade de Santarém, exposição de objetos e instalação temática (folclore). A culminância será com a entrega da lembrança “Muiraquitã”. Homenagem para seis pessoas que contribuíram na trajetória da instituição cultural.

SEMANA DA PÁTRIA


A Secretaria Municipal de Educação (Semed) definiu a programação oficial da Semana da Pátria 2016. Com o tema “Heróis da Educação Ontem, Hoje e Sempre!”, os desfiles serão realizados de 1° a 7 de setembro, nas seguintes áreas: Centro, Prainha/Santíssimo, Diamantino/Nova República, Caranazal/Laguinho, Prainha/Livramento, Av. Tapajós, Planalto (Comunidade Tipizal, Alter do Chão e BR 163), Santarenzinho/Maracanã e Região de Rios (Lago Grande). O encerramento da programação da Semana da Pátria será na orla, com o Festival de Bandas e Fanfarras, que será realizado nos dias 08 e 09 de setembro.

Governo Jatene: o 171 do “Pará 2030” (I)

Artigo do advogado Ismael Moraes


Artigo do advogado ismael Moraes
Advogado Ismael Moraes
Escreverei uma séria de artigos para demonstrar a farsa que o governo Jatene representa à maioria do povo do Pará, e o paraíso na Terra que é em favor das grandes empresas transnacionais que, a troco de sustentar campanhas políticas, enriquecem com nossos recursos naturais, nada pagam de impostos e tem as suas necessidades sustentadas pelo trabalho dos pequenos e médios empresários, profissionais liberais e até dos trabalhadores mais modestos da população.
Este é o primeiro da série, em que faço um breve perfil do personagem central.
Faz parte da mitomania do governo Jatene – mitologia que ele mesmo insiste em cultivar – atribuir-lhe um perfil de estadista europeu, dedicado a uma política de sustentabilidade ambiental voltada ao fim do bem estar-social.
Para fazer todos crerem nessa pseudologia fantástica, o governo Jatene gasta aos tubos com uma inacreditável conta de propaganda e marketing como se tivesse transformado o Pará numa Califórnia (o estado norte-americano mais rico). Ele faz para si mesmo uma subversão da idéia de Churchill, que na II Guerra Mundial disse proteger a verdade com um exército de mentiras. O governo Jatene protege uma mentira matricial com mais e mais mentiras. Para tanto, distribui benefícios a áulicos e a milhares de aspones DAS em quantidade quase igual ao de um país europeu (de verdade!), como a Alemanha, que funciona (de verdade!).
Jatene disse em artigo publicado na sua página do Facebook: “o povo do Pará sabe como vivi e vivo”. Sabe mesmo, governador Jatene?
Essa mitomania é necessária para viver a sua deplorável condição típica de um ditador de algum miserável país africano (tão de verdade quanto o Pará). Pode-se avaliar o republicanismo de Simão Jatene pelo fato de empregar no Estado, claro, sem concurso público, os filhos e o genro com salários mais altos que de um ministro do Supremo Tribunal Federal; ou ainda de entregar a uma empresa do filho um contrato com o Governo do Estado para fornecimento de combustível que rende uma cifra anual tão milionária que seria escandalosa mesmo em qualquer país rico, mas que é um acintoso tapa na cara quando comparada ao IDH rés do chão da maioria população.
Pelo que está fazendo ao povo do Pará, Jatene demonstra não apenas desconhecer como o povo vive como parece estar pouco se lixando para essa dura realidade, ou a sua compulsão de transfigurá-la já transpôs para uma dimensão patológica.
O Pará está destroçado em prostituição infanto-juvenil, desemprego, devastação ambiental causada por corrupção na SEMAS, desvio de dinheiro público e violência explodindo em homicídios corriqueiros.
Mas, com tudo isso, quando se olha no espelho d´água em alguma pescaria, o governador Simão Jatene não vê um Idi Amim Dada, de Uganda, ou um José Eduardo dos Santos, de Angola: a mitomania deve fazê-lo enxergar um monumento da social-democracia, como o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter ou ex-primeiro-ministro alemão Willy Brandt.
Enquanto o governador Simão Jatene estiver caçando seus Pokemon Go de 2030, falaremos aqui da dura realidade que é o 171 do seu governo.

RG / O Impacto

MURAL DO POVO.

(Darliana - VIA E-MAIL)

“Em Santarém, em época de eleição tudo é possível ainda, até mesmo colocar placa em um determinado ponto da cidade, anunciado que vai recapear uma rua, que já é totalmente asfaltada. Isso é o caso da Avenida Mendonça Furtado, próximo ao Paraíso Shopping. Na entrada de um terreno baldio, a Prefeitura instalou uma placa anunciando que vai recuperar o asfalto no referido trecho. A questão é que essa parte da Mendonça Furtado já é totalmente asfaltada. Ou seja, a Prefeitura quer recuperar uma rua onde o asfalto é de boa qualidade e não tem nenhum buraco, mas esquece de fazer reparos em ruas de bairros periféricos, onde nem animais como cavalos conseguem trafegar. Agora, vai entender esse Governo Von!”

(Geovana – comerciária - VIA E-MAIL)


“Não é possível que nesta cidade não tenha nenhuma autoridade administrativa que possa solucionar o problema dos ônibus em Santarém. A gente passa muito tempo nos pontos esperando o ônibus passar e o pior de tudo, é que ele parece que nunca chega. Eu saio cedo de casa, mas chego atrasada no trabalho quase todos os dias. Tenho receio de perder o meu emprego. Além disso, não adianta madrugar no ponto, porque os ônibus demoram do mesmo jeito. Alguns deles trafegam totalmente sucateados nas ruas. Em alguns não tem cadeira pra sentar. Os idosos sofrem dentro dos ônibus. Os passageiros reclamam muito. Acredito que Deus vai amenizar esse sofrimento, porque se depender da gestão municipal isso nunca vai acontecer!”

Denúncia – Rua abandonada vira lixão

Grande quantidade de lixo foi jogado na Avenida Belo Horizonte, no Santarenzinho


Uma grande quantidade de lixo foi jogado na Avenida Belo Horizonte, no Santarenzinho
Uma grande quantidade de lixo foi jogado na Avenida Belo Horizonte, no Santarenzinho
A situação de abandono da Avenida Belo Horizonte, que liga o bairro do Santarenzinho a rodovia Santarém-Cuiabá (BR-163) virou motivo de denúncia de moradores das proximidades. Quem trafega no trecho compreendido entre a entrada do Jardim Zoológico de Santarém (ZooFit) e a Ponte da Toca da Raposa constata grande quantidade de lixo jogado às margens da via.
Detritos de todos os gêneros são vistos no local, entre eles, colchões, máquinas de lavar roupa, fogões, garrafas pet, latinhas de cerveja e refrigerante, sacos plásticos, resíduos de construção civil, além de animais mortos, como gato e cachorro. A fedentina pode ser sentida há vários metros por quem se arrisca a passar no local.
Além do lixo, buracos e areia no leito da avenida viraram motivos de reclamação de condutores de veículos. Carros e motocicletas têm dificuldades para trafegar na Avenida Belo Horizonte. Os condutores reclamam que amargam prejuízos com a reposição de peças que se danificam quando trafegam na via.
O tráfego de veículos pesados na Ponte da Toca da Raposa também preocupa os comunitários do Santarenzinho. Revoltados com o grande fluxo de veículos pesados na ponte, os moradores reivindicam junto aos órgãos competentes, que coloquem fiscalização no local. Inaugurada no mês de junho de 2015, durante as comemorações alusivas ao aniversário de Santarém, a Ponte da Toca da Raposa sofreu sérios danos, nos últimos meses, por conta do fluxo de caminhões, caçambas, carretas e máquinas pesadas.
De acordo com os comunitários, a ponte facilita a mobilidade entre os bairros da Floresta, Grande Área da Nova República, Matinha e Santarenzinho. Porém, eles alertam que se não for feita fiscalização e proibido o tráfego de veículos pesados, a ponte pode estar com os dias contados.
A nova ponte tem 30 metros de extensão em madeira por 5 metros de largura e suporta 10 toneladas por eixo. Segundo os moradores, veículos de até 40 toneladas estão passando no local, o que já provocou uma inclinação em uma das laterais da ponte, provocando risco de desabamento. Além da inclinação, a madeira também começou a se soltar da estrutura da ponte.
Os moradores do Santarenzinho denunciam os riscos de acidentes na ponte provocados pelo tráfego de caçambas e carretas. A doméstica Maria Cléia Sousa utiliza a água do igarapé para lavar roupas e relatou que já presenciou vários casos de acidentes na ponte. “Uma vez uma mulher caiu na ponte. A motocicleta caiu dentro do igarapé, porque vinha passando uma carreta e a mulher foi levada para o hospital”, contou.
Além de ameaçar a segurança das pessoas, o problema afeta ainda a rotina das famílias. “Essa situação fica difícil pra gente. Caçambas com material de construção passam e caso a gente queira carregar alguma coisa, como uma mudança ou outra coisa, temos que ir por outro lugar e com isso o frete se torna mais caro e fica difícil a situação”, comenta o vigilante João Bosco Ferreira.
LEGISLAÇÃO SOBRE LIXO: Grande quantidade de lixo jogado em algumas áreas de Santarém tem sido motivo de reclamação e preocupação para muitos moradores. Entre as situações mais comuns estão os casos, onde o lixo doméstico acaba sendo colocado na rua fora dos dias e horários de coleta feita pela Prefeitura. O que pouca gente sabe é que a pessoa que for flagrada cometendo essa irregularidade estará cometendo uma infração que pode render multa de até R$ 387,20 conforme prevê o artigo 49 do Código de Postura do Município (CPM).
Colocar sacos plásticos com lixo doméstico, abandonar móveis velhos nas calçadas ou jogar resíduos de construção civil em áreas públicas e de vegetação são práticas consideradas proibidas. A recomendação aos moradores é descartar o lixo em frente às residências pouco tempo antes da passagem do caminhão coletor para evitar acúmulo, mau cheiro e problemas em dias em dias de chuva, quando a água acaba carregando os sacos plásticos para o meio das ruas e entupindo bueiros.
O Código de Postura prevê no artigo 49, que a limpeza e o asseio dos passeios e sarjetas em frente aos imóveis são de responsabilidade de seus proprietários e possuidores, inclusive com a correta destinação do lixo e que a penalidade só pode ser aplicada mediante um flagrante comprovado.
De acordo com o artigo 85, inciso 1º do Código de Postura de Santarém, datado no dia 28 de dezembro de 2012, é obrigatório o acondicionamento do lixo em recipientes adequados para sua posterior coleta. O lixo acondicionado deverá permanecer no interior do imóvel em local apropriado, sendo colocado no passeio no horário previsto para sua coleta, sendo proibida a sua colocação no canteiro central da via, sob pena do pagamento de multa.
Por: Manoel Cardoso

Semma acusada de omissão em desmatamentos

Empresário Silvio Tadeu denuncia invasão de terras e desmatamentos em Santarém


Silvio Tadeu denuncia crescimento da indústria da invasão de terras em Santarém
Silvio Tadeu faz a grave denúncia
“O maior crime ambiental que já fizeram foi assorear o igarapé. E a SEMMA não faz nada. Se fosse eu [proprietário da área] cortar uma árvore lá, a SEMMA me aplicaria uma multar milionária. Agora eles [invasores] acabaram com toda a mata, colocaram tudo no chão. Coisa que eu estava proibido de fazer, [somente para abrir o arruamento], e eles chegaram, destruíram tudo, e fica por isso mesmo, ninguém fala nada”. Desta forma, o empresário e bioquímico Silvio Tadeu demonstrou à reportagem do Jornal O Impacto, todo o seu descontentamento em relação à fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santarém.
O processo histórico de expansão urbana desordenada tem como base a chamada indústria de invasão de terras, que se torna cada vez mais forte, devido a negligência do governo municipal.
São muitas as áreas particulares no Município que foram ou estão sendo alvos de invasores. Contabilizados neste período, milhares de hectares de florestas nativas que foram destruídas. Algo muito mais alarmante é o fato das invasões, aproveitando-se da completa ineficiência da fiscalização da SEMMA, não estão poupando nem mesmo os mananciais. Com mais de quinhentas famílias, a invasão às margens da Rodovia Avenida Fernando Guilhon, em frente ao Residencial Salvação, é a maior em termos populacionais e de tamanho, e consequentemente em desmatamento. Quem conheceu a área antes da ocupação, ao visualizar a atual situação, pode perceber o quanto se perdeu de floresta nativa. Porém, a situação pode ficar ainda mais caótica. Nos últimos meses, parte das matas ciliares que cercam o Lago do Juá foi retirada para construção de moradias. Comunitários e pescadores do Juá estão preocupados com essa situação, uma vez que o lago já sofre as consequências do desmatamento de grandes áreas adjacentes.
Outra região que tem sido alvo constante de invasões está situada na chamada Grande Área do Maicá, congregando os bairros da Área Verde, Urumari e Maicá. E um dos principais mananciais da cidade [Igarapé do Irumari] está sendo dizimado por conta da falta de fiscalização e punição dos responsáveis pelas invasões.
“A gente se esforça para ajudar. Um dia fui denunciar um desmatamento próximo ao igarapé, e o fiscal da Semma disse que era para eu levar uma foto para ele. Simplesmente não quis sequer levantar a bunda da cadeira dele e vir aqui fiscalizar. Isso nos faz questionar o por quê da existência de um órgão fiscalizador que não cumpre o seu papel. Ou então, quais os interesses por trás desta omissão?”, denuncia um morador da Área Verde que não quis se identificar.
No Urumari, são vários os relatos de moradores que denunciam que a Semma não está cumprindo o seu papel, possibilitando assim o aumento do desmatamento e assoreamento do igarapé.
“Nós estamos há 14 anos aqui, e nunca fizemos nada para desmatar. Ao contrário, lutamos para preservar o igarapé, que já está completamente acabado. Eles derrubam tudo, até pé de castanheira. Como tem órgãos competentes, a gente apela para que eles façam alguma coisa”, afirma o comunitário Leonardo Bentos.
REINTEGRAÇÃO DE POSSE: Outro fator que tem contribuído com a indústria de invasão de terras, e consequentemente com todas as mazelas a ela relacionada, é a demora no cumprimento do processo de reintegração de posse das áreas invadidas.
No caso da área de propriedade do empresário Silvio Tadeu, que fica localizada na Rua São Cristovão, esquina com a Travessa Turiano Meira, no bairro do Vigia, o juiz Valdeir Salviano da Costa determinou a reintegração de posse ainda em 2015, o que até o momento não foi cumprida.
“Já faz dois anos que iniciei o processo, e até agora nada. A demora gera uma angústia muito grande, porque, passando o tempo, cada vez mais os posseiros se sentem donos da área. A terra eu não herdei, eu comprei. Investi em um patrimônio, para hoje a indústria de invasão que existe em Santarém, tentar me tirar. Ao invadirem a área, eles desmataram tudo, inclusive as matas ciliares, e estão assoreando o igarapé que passa pelo terreno. Você vê lá, pessoas que tem terrenos, casas boas na cidade. Você vai lá no final de semana, na área invadida, você vê carrões, e o tempo todo fazendo festa. Inclusive já recebi ameaça de morte, eu e meu filho. Tem muitos que invadem uma área particular, para depois vender. O interesse para ganhar dinheiro com a especulação fundiária. Eu não fiz nada contra eles, apenas acionei a Justiça. Mas, quando eles me veem passar, veem meu filho, eles ameaçam. Dizem que a área é deles, que o Juiz não manda, que Juiz nenhum manda lá. É possível observar o aumento da violência, algumas pessoas andam armadas. E eu deixo não mão da Justiça”, conclui o empresário Silvio Tadeu.
De acordo com o Comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar, Tenente Coronel André Carlos, o Batalhão aguarda o posicionamento do Comando Geral da PM, sobre a disponibilização de reforço de outros batalhões do Estado, uma vez que, no caso da invasão da Fernando Guilhon, a desocupação será complexa, devida a grande quantidade de famílias que habitam a área.
A Semma garante que faz a fiscalização. No entanto, no caso de invasões, o trabalho fica prejudicado, já que é muito difícil identificar os autores dos desmatamentos nestas regiões.
INVASÃO E ELEIÇÃO: “Ano de eleição, ninguém mexe com invasão”, a frase foi dita por um comunitário que há anos acompanha os casos na cidade, ao se referir que os políticos e autoridades em exercício não querem se indispor com possíveis eleitores. No ano passado, um Vereador de Santarém fez pronunciamento denunciando a situação da demora no cumprimento da reintegração de posse. O Vereador afirmou que a demora na reintegração possibilita que pessoas utilizem de expedientes ilegais e, que são estelionatários. Alegam, também, que eles têm custo com advogados para garantir a terra às famílias, afirmando veementemente, que as pessoas não vão sair da terra, mas que na verdade mais na frente vão desocupar sim essas áreas invadidas. “Essas pessoas de má fé estão, portanto, ludibriando pessoas humildes e carentes. Usurpando delas os mínimos recursos que dispõem para sobreviver”, denunciou o Vereador.
Na época, o parlamentar destacou dois exemplos de áreas com sentença de reintegração de posse que não foram cumpridas, que se localizam no bairro da Vigia e na Fernando Guilhon, ao lado do Shopping Rio Tapajós. “Nesses locais as pessoas continuam construindo e pagando taxas aos líderes das invasões, investindo seus últimos recursos em uma área que vão ter de desocupar porque não lhes pertencem de fato e de direito”, declarou.
Por: Edmundo Baía Junior