Só escapam mesmo do garrote, na questão de novos investimentos e contratações emergenciais, as áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública.
Afora um erro atroz de concordância verbal no art. 6º, parágrafo 1º, o decreto aperta onde se deve.
Mas a questão é por quanto tempo se mantém o controle. Para o alcance das metas de contingenciamento, o governo autorizou a Sepof, a Sefa, a Segov e a Sead a tomarem as medidas de controle orçamentário e financeiro.
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