Tudo fazia parte de um esquema irregular de produção de ferro-gusa, que começava com a extração da madeira para carvão e a venda dela para as siderúrgicas. Apesar de ter sido atacado nessas regiões, o problema não é novo, não se restringe a esses biomas e está muito longe de ser resolvido. Na Amazônia, a derrubada da floresta para produção de carvão com o mesmo fim continua sem freios. Enquanto os números do desmatamento reduziram nos últimos anos, as taxas de degradação para extração de madeira continuam a todo vapor.