Imagens de tirar o fôlego
As incríveis paisagens se formaram com o passar de milhões de anos, devido a processos de erosão e glaciação ou foram transformadas pela erupção de vulcões. Algumas, no entanto, ainda são um mistério para os cientistas, como o lago cor-de-rosa na Austrália. A única certeza é que são formações geológicas. Aqui, a arquitetura impressionante foi criada sem o dedo do homem. Maravilhe-se com a lista do Daily Mail:
1. A Onda, em Utah, nos Estados Unidos

A erosão deu à pedra o formato de uma onda. A formação geológica tem aproximadamente 190 milhões de anos e data da Era Jurássica

Este lindo lago azul, cercado por montanhas, foi formado há cerca de 150 anos pela erupção do vulcão Mount Mazama, ao centro.

A pedra no mar mais alta do mundo tem formato de pirâmide e impressiona: o topo alcança 562 metros de altura. A ilha foi formada por processos geomorfológicos, como tempo, vento e água.

Este buraco submarino é uma das principais atrações do mundo para mergulhadores que buscam aventura. A formação geológica era, na verdade, uma caverna vertical nos períodos glaciais, quando o nível do mar era bem mais baixo. Tem 300 metros de diâmetro e 124 metros de profundidade.

É um carpete de rochas pontiagudas, onde é impossível qualquer forma de vida, além de algumas poucas plantas que suportam o solo árido.

Este enorme precipício, raro em florestas tropicais como a Amazônia, é uma depressão natural da superfície da Terra.
A erosão das pedras criou um lindo cenário, como se cada peça tivesse sido esculpida à mão.

O ponto mais baixo dos Estados Unidos fica a 86 metros abaixo do nível do mar. A bacia é coberta por sal marinho porque em períodos remotos, o local foi coberto pelo mar. Quando a Terra ficou mais quente, toda a água evaporou.

Até hoje, cientistas não conseguiram explicar o porquê da água deste lago ser rosa. Só o que se sabe é que a cor não é consequência da presença de algas.

Estas pedras pesam cerca de 300 quilos cada. No entanto, as marcas no chão comprovam que elas estão se movendo. Cientistas ainda não conseguiram explicar o fenômeno