A automedicação é uma prática comum entre pessoas idosas e, embora muitas vezes pareça uma solução rápida e inofensiva, pode comprometer a saúde, a autonomia e até a segurança. Por isso, exige atenção cuidadosa de familiares, profissionais de saúde e cuidadores.
A cena é conhecida: um comprimido para dor aqui, um chá “natural” ali, um anti-inflamatório recomendado por um vizinho. Para muitos idosos, esse hábito surge da tentativa de aliviar sintomas cotidianos, mas pode gerar consequências graves. É o caso de Dona Doralice Lima Roberto, de 89 anos, diagnosticada com demência mista (Alzheimer e vascular) e portadora de múltiplas comorbidades, como glaucoma, osteoporose, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, ansiedade e depressão. Ela é acompanhada por uma geriatra e pelo médico da família de sua UBS.
CNN
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