Pedido rejeitado. A Polícia Federal rejeitou a proposta de delação premiada entregue pela defesa de Daniel Vorcaro. Os investigadores do caso consideraram que o material apresentado pelo banqueiro continha poucas revelações. A delação, contudo, ainda pode ser aprovada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que segue analisando o documento. |
Impasse na 5x2: O governo mapeou três pendências antes da PEC que transforma a escala 6x1 em 5x2 avançar na Câmara. A principal: o Planalto acha longa demais a transição de 3 anos. Há também dúvida sobre o pagamento de horas extras durante esse período, além do risco de aumentar a jornada de categorias que hoje trabalham menos de 40h. A pretensão é votar tudo até o fim de maio. |
Amiga de Lulinha. Roberta Luchsinger afirmou à PF ter apresentado Lulinha ao “Careca do INSS” em um “contexto social”. A investigação apura possíveis repasses ligados às fraudes no INSS. Ela também confirmou que ambos viajaram juntos a Portugal para prospecção de negócios. |
Agro bate recorde. As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16,6 bilhões em abril — recorde para o mês e alta de 11,7% em relação ao abril do ano passado. A soja puxou o resultado, com quase US$ 7 bi exportados. 40% do que foi exportado no mês teve a China como destino. |
R$ 8 bi de saída. Investidores estrangeiros retiraram R$ 8 bilhões da Bolsa em maio — revertendo o fluxo que havia levado o Ibovespa ao recorde de 198 mil pontos em abril. A combinação de guerra no Irã, inflação global e incerteza política espantou o capital estrangeiro. No mês, o Ibovespa acumula queda de 7% e o dólar sobe 1,8%. |
BIG TECHs na mira. Lula assinou decretos que endurecem as regras para plataformas digitais no Brasil. As empresas poderão ser punidas caso mantenham no ar conteúdos criminosos, como golpes, terrorismo, racismo e ataques contra mulheres e crianças. O pacote também cria medidas contra nudez falsa gerada por AI e ataques contra mulheres. |
Aécio no jogo? O PSDB passou a discutir uma possível candidatura de Aécio Neves à Presidência em 2026, tentando ocupar o espaço aberto pelo desgaste de Flávio Bolsonaro. A ideia é reposicioná-lo como um nome de centro-direita e recolocar o partido no centro da disputa presidencial. |
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