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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Moção de pesar pela morte de Ademir Pereira
Assinada pelos 14 vereadores e apresentada pelo presidente do Legislativo José Maria Tapajós (PMDB) a Moção de Pesar, pela morte do diretor do Sistema Guarany de Comunicação, Ademir Pereira, ocorrida na noite do último dois de setembro.
José Maria Tapajós disse que para ele, paraa Câmara e para a sociedade santarena e regional e aos meios de comunicação é uma perda irreparável, “como perdemos o Milson, o seu Joaquim, são pessoas que foram referencias. é como se fossem uma legenda no setor da comunicação”, destaca.
“Nós só temos a lamentar e queremos na pessoa da sua filha Simone Pereira, que hoje está à frente do Sistema Guarany de Comunicação, externar o nosso profundo sentimento de pesar a toda a família sanguínea, como também a todos os funcionários da Guarany”, ressaltou.
José Maria Tapajós esclareceu que não estava na sede do município na sexta-feira, 2 de setembro, “tive essa triste informação e sei perfeitamente que a família Guarany, está certa de que o seu Ademir cumpriu com a sua meta enquanto aqui esteve e seguramente seus sucessores, farão com que a empresa continue viva, com seus projetos e objetivos ousados, sempre fluindo”, desejou.
“Em meu nome, da minha família e do Poder Legislativo que com muita honra dirijo, estamos oficializando o nosso profundo pesar, através de uma Moção, pela perda do nosso amigo Ademir Pereira”, consternou-se.
Tapajós não acredita em ato administrativo
Com relação ao ligeiro atraso no pagamento dos funcionários municipais ocorrido no mês passado, o presidente da Câmara José Maria Tapajós, na Tribuna disse não acreditar que isso tenha sido um ato administrativo, mas em conseqüência ao atraso no repasse dos recursos constitucionais.
“É sabido por todos que nós passamos um período como prefeito, houve meses, em que os recursos federais, precisamente do Fundeb e SUS, não entravam na conta da prefeitura nos dias previstos, mas sim nos primeiros dias do mês subseqüente e isso faz furar uma programação de pagamento, não tenho certeza se as razões foram essas, vamos conversar com a prefeita para que ela possa nos informar, não posso atribuir o atraso do pagamento a uma questão de ordem administrativa, nós temos que analisar”, avalia Tapajós.
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