O último relatório da Agência Nacional do Petróleo (ANP), fechado em 31 de março, confirmou o que todo santareno já sentia no pedal do carro: Santarém continua ostentando um dos preços de gasolina mais salgados do Pará. Você roda a cidade inteira, da Curuá-Una à Fernando Guilhon, e a diferença de preço entre os postos é de apenas alguns centavos de “faz de conta”. É a famosa “coincidência de mercado”, que só acontece quando o prejuízo é do consumidor. Cadê o Ministério Público e o Procon para dar uma olhada nessa tabela combinada? Enquanto a Petrobras anuncia quedas nas refinarias, em Santarém, o preço tem memória seletiva: ele sobe no elevador e desce de escada caracol, bem devagar, quando desce.
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