sábado, 8 de janeiro de 2011

Decisão esdrúxula

É, no mínimo, esdrúxula a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, de impedir a publicação na internet de dados referentes aos que tem foro privilegiado, bem como vedar a publicação do nome dos acusados, agora só pode as iniciais.
O sujeito responde a vinte e tantos processos, mas encontra meios de travar suas tramitações porque está homiziado em um mandato parlamentar, que lhe confere imunidade em todos esses processos. E, pior, como se fossem crianças ou adolescentes, não podem ter seus nomes completos divulgados. Não demora, aparece um advogado gaiato pedindo a absolvição de um privilegiado desses por ser ele inimputável. Credo!

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