O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defende que os políticos sejam proibidos de ter concessão de rádio e TV. Conforme a Folha de S. Paulo revelou em dezembro, a proposta consta do anteprojeto de lei de comunicação eletrônica deixada pelo ex-ministro Franklin Martins, que o governo colocará em discussão. "A minha opinião, que não é necessariamente, a do governo, é que o projeto deve ser colocado em debate público. O projeto que resultar dessa discussão seguiria para o Congresso Nacional", disse. Segundo ele, "o congressista não pode ter concessão, para não legislar em causa própria". Ele duvida que o Congresso aprove a medida, em razão do grande número de políticos com concessões - 61 eleitos em 2010 informaram possuir rádio ou TV. Uma semana depois de dizer que era a favor da limitação de 30% para o capital estrangeiro nos portais de conteúdo jornalístico na internet, o ministro recuou e disse não ter posição fechada. Para o ministro, é mais fácil iniciar um processo de impeachment de um presidente do que rejeitar a renovação de uma concessão de rádio ou de TV.
Em relação às igrejas, "as pessoas acham que falar em marco regulatório é uma afronta à liberdade de expressão. As igrejas procuram formas de difundir suas mensagens. Sem regulação, como poderei impor limites?", questiona.
Do blog.
AS CONCESSÕES SÃO DADAS COM INFLUÊNCIA POLÍTICA. É CLARA QUE FICA NAS MÃOS DOS PRÓPRIOS. EM NOSSO ESTADO NÃO FOGE A ESSA REALIDADE. TEM LARANJA EM RÁDIO FM, AM E TVs, POR TODA PARTE.
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