Não há evidências do envolvimento de Nilson Pinto, hoje secretário de Educação do Pará, no caso, mas seu ex-motorista, um dos condenados, continua prestando serviços a ele e a seu suplente, Dudimar Paxiuba
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| secretário de Educação do Pará, Nilson Pinto |
Ex-funcionários ligados ao secretário de Educação do Pará e deputado licenciado Nilson Pinto (PSDB-PA) foram condenados pela Justiça de Brasília pelo crime de estelionato e crime continuado. Eles promoveram um golpe contra bancos que ofereciam crédito consignado a servidores da Câmara, fraudando contracheques e documentos do departamento de Recursos Humanos da Casa.
Nilson Pinto não foi indiciado, denunciado e muito menos condenado no processo. Seu ex-motorista, um dos envolvidos no golpe, continua prestando-lhe serviços eventuais e ainda trabalha para o suplente de Pinto, de acordo com relato de funcionária ouvida pelo site. Outro condenado foi um assessor importante no gabinete de Pinto que, mesmo depois de ser preso, manteve o posto por oito meses e chegou a fazer uma doação para a sua campanha. A secretária de Pinto, processada e por estelionato e cujo marido já foi condeado pelo mesmo crime, agora trabalha para seu suplente. Procurado, Nilson Pinto não retornou os contatos do Congresso em Foco.

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