MACONHA
As campanhas pela legalização do consumo de maconha se expandem dia a dia pelo mundo todo. À medida que elas crescem, vão surgindo defensores de peso, como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (Brasil) e Bill Clinton (Estados Unidos). Estes pesos-pesados dão uma conotação de legitimidade e de acerto pela legalização, mas não passam disso. Na prática, o Brasil não vai legalizar nada disso, pois, da mesma forma que existe a certeza que o combate não resolveu nada até hoje, não se tem certeza de que poder consumir à vontade não agrave o problema.
MACONHA II
Existem posições acerca do uso da maconha que precisam ser clareadas para se afirmar se é a ilegalidade que ajuda na permanência do problema ou se restringe apenas à omissão do Estado, com ações ineficazes. Já foi diagnosticado que o combate na “ponta” não resolve; mas as fronteiras do Brasil são um queijo suíço, e nada de efetivo foi feito agora. Até a única aeronave destinada ao combate nas fronteiras não tem previsão de utilização, por falta de condições. Não se vê a incineração das drogas apreendias, e não raro somem toneladas das delegacias, como ocorreu em Campinas (SP) há algum tempo.
MACONHA III
Que fique bem claro, a maconha é a porta de entrada para todas as outras drogas, o enfrentamento deve ser idêntico ao da morte. Mesmo que se tenha certeza da derrota, deve-se combatê-la sempre. Se apenas a legalização resolvesse o problema, antes de descriminalizar o consumo da maconha, dever-se-ia descriminalizar o assassinato. Quem sabe teria solução esse probleminha que mata mais de 40 mil por ano no Brasil. Pense nisso!
MADEIRA
O Ibama doou 63 m3 de madeira serrada, o equivalente a três caminhões cheios, ao Projeto Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) desenvolvido em prisões do Pará. O produto florestal foi entregue à Superintendência do Sistema Penitenciário do estado e será usado para implantar marcenarias em três unidades prisionais em Marituba, Santa Isabel e Belém. Com a doação, o Projovem pretende oferecer aulas de fabricação de móveis a 82 presos, entre 18 e 29 anos, ainda neste semestre. Além da qualificação profissional, os jovens privados da liberdade receberão formação no Ensino Fundamental. Desde 2009, o projeto desenvolve atividades de ressocialização em seis casas penais do Pará. A madeira destinada à ação social estava em poder do instituto em razão das ações da operação Delta, ocorrida em maio de 2010. Achei a iniciativa positiva, não entendi por que deixaram Santarém de fora, se uma grande quantidade de madeira é apreendida em nossa região.
OUVIDORIA
A Ouvidoria do Senado, órgão encarregado de receber críticas, denúncias e sugestões dos cidadãos sobre as atividades da Casa, já foi instalada formalmente. O cargo de ouvidor-geral foi ocupado pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), indicado em abril pelo presidente do Senado, José Sarney, para mandato de dois anos. Flexa Ribeiro reconhece que a percepção da sociedade sobre a atuação do Poder Legislativo é de confiança institucional abaixo do desejável. Ainda assim, o senador afirma não ter receio de lidar com as expectativas e cobranças que podem recair sobre sua pessoa, como primeiro ouvidor do Senado.
FOME ZERO
O Brasil passa a ocupar, a partir de 2012, o posto máximo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O ex-ministro de Desenvolvimento e Combate à Fome, José Graziano, foi eleito, em Roma, para o cargo de diretor-geral da FAO. É a primeira vez que um brasileiro ocupa o cargo. O candidato do governo Dilma Rousseff recebeu o apoio maciço de países latino-americanos, africanos e asiáticos. Ele prometeu apoio aos países mais necessitados e disse que sua gestão será marcada pela cooperação técnica com essas nações. Na minha opinião, Graziano esqueceu que o Sociólogo Betinho foi quem na realidade criou o Projeto Fome Zero em nosso País. Ingratidão, palavra muito usada no meio político. Isso é lamentável.
JATENE
Vereador Jailson do Mojui (PSDB), na Tribuna avaliou como benéfica à ida do governador Simão Jatene em Mojui dos Campos. Na visita Simão Jatene foi ao hospital de Mojui e autorizou o secretário de saúde de estado Hélio Franco a fazer o hospital funcionar com todos os serviços básicos de atendimento à saúde pública. Anunciou a ordem de serviço da reconstrução da ponte sobre o rio Mojui, que interliga dezenas de comunidades com a futura cidade de Mojui dos Campos e logicamente com Santarém, projeto avaliado em R$ 632 mil. Simão Jatene garantiu para Mojui a construção da Unidade Integrada das Forças de Segurança Pública; recuperação em caráter de urgência das PAs – 433/455 e micro sistema de abastecimento d’água, na comunidade de Vila Nova.
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