quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ainda não me conformei com o time do Mano

Mano Menezes que arranje barba e que a ponha de molho. O futebolzinho sem-vergonha da seleção hoje é de preocupar. Quando jogamos contra esses nada, tipo Paraguai, Uruguai e outros do mesmo naipe o salto é enorme e acabamos empatando (perdemos se o Elano for bater pênalti); quando jogamos contra um time de verdade a nossa covardia é enorme e acabamos perdendo (poderia ter sido mais humilhante se Ozil e Kedira estivessem em campo e Ganso continuasse na reserva).
Armando Nogueira dizia que "a bola castiga quem do craque judia". Nada mais verdadeiro.
Com medo de perder, Mano preocupou-se em armar um ferrolho no meio-campo e esqueceu que para vencer, no futebol, precisa-se ter a posse da bola para armar as jogadas de ataque. Foi uma questão de tempo para a qualidade técnica dos atacantes alemães superar a marcação dos nossos defensores.
Mano está chegando cada vez mais perto do abismo. É bom lembrar que Mano até aqui não ganhou nada nem ninguém.
Parece o Rubinho de Ferrari. O carro presta, já o piloto...
Talvez esteja na hora de renovar a seleção. Um bom começo seria um técnico novo.
Mas, chega de tristeza que ontem entrou em campo o Maior e Melhor do Mundo Pulverizador de Recordes, que depois de devorar Coelho, Raposa, Peixe e tantos outros representantes da fauna futebolística, apresentou ao mundo sua nova vocação: Controlador do Clima. Dissipando um certo Furacão...

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