Nadar com botos cor-de-rosa e pescar são atrativos da visita
Foto: Divulgação
Fazer caminhadas e acampar no meio da selva. Visitar tribos indígenas, pescar nos vários rios da região, explorar grutas e cavernas e brincar com botos cor-de-rosa. O ecoturismo ganha cada vez mais adeptos. E a Floresta Amazônica, com seus vários atrativos e encantos, vem deixando de ser um destino apenas de aventureiros. A região ganha cada vez mais visitantes e recebeu o prêmio de melhor destino verde da América Latina durante a World Travel Market, um dos mais importantes eventos do setor turístico realizado anualmente em Londres.
As épocas de cheia e seca ditam a programação dos turistas. De março a agosto — na estação de cheia — as águas dos rios sobem até 15 metros. É o momento ideal para visitar, por exemplo, os igarapés, como são conhecidas as terras inundadas.
Já na estação de seca, de setembro a fevereiro, é o melhor período para pescar e observar os jacarés. Um dos programas que mais encantam os visitantes da Floresta Amazônica é o encontro com os botos cor-de-rosa, na pequena cidade de Novo Airão — um município localizado a 150km de Manaus. Chegando lá, o turista ainda gasta em média mais três horas para aportar no restaurante flutuante da Dona Marilda, o melhor local para ver os animais. Para alimentar os botos, gasta-se em média R$ 15 pelas iscas (oito pedaços de peixe). Ao bater com as mãos na água, logo surgem calmamente os animais com parte da cabeça para fora d’àgua e o bico aberto esperando pelas sardinhas diretamente das mãos do turista. A pescaria esportiva no Rio Acari também é uma atração muito procurada. Em função da grande variedade de peixes, entre eles o tucunaré, a Amazônia é considerada um paraíso. O ponto de partida é o município de Nova Olinda do Norte e dura aproximadamente um dia, dormindo em barracas. Na pesca esportiva, os peixes não podem ser sacrificados. Ao serem capturados, eles devem ser devolvidos imediatamente para a água.(Fonte: Guia de Viagem)

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