Por Nicácio da Silva
No momento em que o Brasil acha-se
escandalizado e perplexo diante da escalada da violência, corrupção e do
crime organizado convém recordar o pensamento do líder revolucionário
socialista, Ernesto Che Guevara, quando
afirmava que “Os poderosos podem matar uma, duas, até três rosas, mas nunca deterão a primavera”.
afirmava que “Os poderosos podem matar uma, duas, até três rosas, mas nunca deterão a primavera”.
O que estamos vendo hoje é o fruto da escalada mundial de um sistema podre e discriminatório. O Brasil de hoje é um verdadeiro barril de pólvora.
As rebeliões nos presídios, as invasões e morte no campo, greves
eclodindo nos quatro cantos do país, crianças abandonadas que para
sobreviver são exploradas em trabalhos insalubres ou vão mendigar pelas
ruas em nome de Deus, jovens sem empregos e se prostituindo,
drogando-se, aposentados sendo ludibriados em seus direitos, pais de
famílias sem condições de oferecer qualquer perspectiva de vida
promissora aos seus, são o duro retrato de uma reação em cadeia
provocada por séculos de indiferença por parte da elite que desfruta de
regalias à custa do poder e do dinheiro que emana do povo e para ele
não retorna.
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