A
resolução abrange os principais programas de transferência de recursos
do governo federal para prefeituras e governos estaduais na educação,
entre eles os que ajudam a financiar a merenda e o transporte escolar,
além dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação
Básica (Fundeb). O dinheiro é depositado em uma conta específica, que
agora deverá ser em bancos federais – a Caixa Econômica e o Banco do
Brasil.
Para
apenas dois programas deles será permitido sacar o dinheiro: o e) e o
Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Ainda assim, os saques são
para ocasiões excepcionais e estão restritos ao total de R$ 8 mil ao
ano.
'Esses
saques vão propiciar essa transição de tirar a figura do cheque da
movimentação porque não podemos também engessar o processo. Ainda temos
alguns prestadores de serviço que não têm conta bancária. Por exemplo,
um barqueiro que recebe dinheiro da prefeitura para transportar os
alunos de um vilarejo a outro', explica Gina Loubach, coordenadora de
Execução e Operação Financeira do FNDE.
O Programa
Nacional de Apoio ao Transporte Escolar ( Pnate) transfere recursos a
municípios e estados para apoiar o custeio do transporte escolar. Já o
PDDE repassa quantias menores direto às escolas para pequenas compras de
material ou gastos com reparos na estrutura física da unidade. Os
saques feitos até o limite de R$ 8 mil ao ano deverão ser justificados
na prestação de contas. Outra novidade da resolução é que o FDNE passará
a publicar na internet os extratos bancários mensais dessas contas que
são utilizadas para repasse de recursos da União. A previsão é que os
dados estejam disponíveis a partir de outubro.
Fonte: Agência Brasil
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