Cargas e passageiros disputam espaços em embarcações e ônibus
Um verdadeiro inferno estão passando as pessoas que viajam para a região do Lago Grande, em Santarém. As fotos que ilustram essa matéria foram tiradas por pessoas que são obrigadas toda semana a viajar por uma verdadeira trilha do inferno, tamanho o descaso das empresas que fazem o transporte de cargas e passageiros, que no final misturam tudo, num verdadeiro mingau de angú humano.
São duas viagens semanais, saindo às terças-feiras, de Santarém para o Porto do Candinho, onde chegam a outras comunidades, como Piraquara, como registrado em fotos. Retornando na quarta-feira, de Santarém para o interior, voltando no domingo, com destino a Santarém. O horário previsto para sair da cidade de Santarém é 7 horas da manhã, e de lá a uma hora da tarde, porém, o horário nunca é cumprido.
“Os barcos que fazem linha para o local não respeitam horário”, disse um usuário que não quis se identificar. Um exemplo desse descaso aconteceu na última terça-feira, quando um dos barcos que fazem linha para a região, com horário previsto para às 07 horas da manhã saiu às 10 da noite, sem qualquer explicação para os passageiros. Segundo denúncias que recebemos em nossa redação, ao chegar ao Porto do Candinho, até onde o barco vai, para que os passageiros possam pegar o ônibus, já por volta das três e meia da madrugada, os passageiros tiveram que esperar mais de uma hora para que fossem abertas as portas do ônibus e pudessem ser embarcados. “Para se ter uma idéia do desmazelo, por volta das quatro e meia da manhã o ônibus ainda não tinha saído”, diz a denúncia. O grande problema é que o ônibus que serve aos passageiros, no Porto do Candinho, não possui farol, o que impede que o transporte coletivo possa trafegar à noite ou na madrugada. Mas esse detalhe crucial simplesmente não é explicado aos passageiros.
Assim os passageiros tiveram que aguardar até às seis da manhã, sem qualquer explicação por parte da direção da empresa dona do barco, que fretou o ônibus. Às seis da manhã, os funcionários do barco começaram a colocar cargas junto com passageiros que já estavam impacientes, esperando no ônibus.
“Como o ônibus não possui porta bagagem, o corredor do ônibus é utilizado para colocar as cargas, que chegam a alcançar o teto, pela quantidade que é colocada”, disse um dos denunciantes, vítima da fatídica viagem. “Cargas e passageiros, todos e tudo juntos”, foi a reclamação.
Superlotação: No domingo, já na volta da fatídica viagem, o ônibus que deveria transportar no máximo 83 passageiros, segundo constava na placa dentro do coletivo, viajava com mais de 100 passageiros, junto com as cargas. Farinha, galinhas e bagagens completavam o caos, no já precário transporte coletivo.
Este fato aconteceu na terça-feira, no barco Miranda Sousa III, mas segundo denúncias que chegaram à nossa redação, esta mistura de passageiros e cargas ocorre constantemente na linha para a região do Lago Grande, sem fiscalização da capitania dos Portos muito menos da Arcon ou outro órgão de fiscalização de transportes coletivos. Até quando vai continuar este desrespeito? Só Deus sabe.
Jornal O Impacto
São duas viagens semanais, saindo às terças-feiras, de Santarém para o Porto do Candinho, onde chegam a outras comunidades, como Piraquara, como registrado em fotos. Retornando na quarta-feira, de Santarém para o interior, voltando no domingo, com destino a Santarém. O horário previsto para sair da cidade de Santarém é 7 horas da manhã, e de lá a uma hora da tarde, porém, o horário nunca é cumprido.
“Os barcos que fazem linha para o local não respeitam horário”, disse um usuário que não quis se identificar. Um exemplo desse descaso aconteceu na última terça-feira, quando um dos barcos que fazem linha para a região, com horário previsto para às 07 horas da manhã saiu às 10 da noite, sem qualquer explicação para os passageiros. Segundo denúncias que recebemos em nossa redação, ao chegar ao Porto do Candinho, até onde o barco vai, para que os passageiros possam pegar o ônibus, já por volta das três e meia da madrugada, os passageiros tiveram que esperar mais de uma hora para que fossem abertas as portas do ônibus e pudessem ser embarcados. “Para se ter uma idéia do desmazelo, por volta das quatro e meia da manhã o ônibus ainda não tinha saído”, diz a denúncia. O grande problema é que o ônibus que serve aos passageiros, no Porto do Candinho, não possui farol, o que impede que o transporte coletivo possa trafegar à noite ou na madrugada. Mas esse detalhe crucial simplesmente não é explicado aos passageiros.
Assim os passageiros tiveram que aguardar até às seis da manhã, sem qualquer explicação por parte da direção da empresa dona do barco, que fretou o ônibus. Às seis da manhã, os funcionários do barco começaram a colocar cargas junto com passageiros que já estavam impacientes, esperando no ônibus.
“Como o ônibus não possui porta bagagem, o corredor do ônibus é utilizado para colocar as cargas, que chegam a alcançar o teto, pela quantidade que é colocada”, disse um dos denunciantes, vítima da fatídica viagem. “Cargas e passageiros, todos e tudo juntos”, foi a reclamação.
Superlotação: No domingo, já na volta da fatídica viagem, o ônibus que deveria transportar no máximo 83 passageiros, segundo constava na placa dentro do coletivo, viajava com mais de 100 passageiros, junto com as cargas. Farinha, galinhas e bagagens completavam o caos, no já precário transporte coletivo.
Este fato aconteceu na terça-feira, no barco Miranda Sousa III, mas segundo denúncias que chegaram à nossa redação, esta mistura de passageiros e cargas ocorre constantemente na linha para a região do Lago Grande, sem fiscalização da capitania dos Portos muito menos da Arcon ou outro órgão de fiscalização de transportes coletivos. Até quando vai continuar este desrespeito? Só Deus sabe.
Jornal O Impacto
