Mural do Povo – Semana XXVII

sexta-feira, julho 22, 2016 0 Comments

Aqui você tem vez e voz!


(Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional mantenedor da FIT/UNAMA) 

“Milhares de pessoas no Brasil e no mundo estão na fila de espera para transplantes de órgãos e tecidos. Esse não é um tema novo, mas é sempre preciso retomá-lo, na esperança que através da conscientização da população, o número de doações aumente.
Até o fim de 2015, o Brasil permanecia como o segundo país do mundo em número anual de transplantes realizados, sendo cerca de 87% pelo sistema público de saúde – os hospitais particulares geralmente não realizam o procedimento devido aos custos. Infelizmente, a falta de informação e o preconceito também acabam interferindo no número de doações. No Brasil, 31.915 pessoas aguardam por um órgão na fila de transplantes e destes, 19.440 aguardam por um rim.
O grande problema é que o número de doadores ainda é muito pequeno em relação ao número de pacientes e a maioria das pessoas tem medo de doar seus órgãos, às vezes por mero desconhecimento do que esse ato pode representar na vida de milhares de pessoas. Além disso, ao contrário do que muitos alegam, a fila de transplantes nacional é regrada, sem influências políticas ou econômicas, dependendo apenas da compatibilidade.
Para entender a importância da doação, basta se colocar no lugar dos que precisam. Como nos sentiríamos se fossemos nós na fila de transplantes? A ansiedade e angústia na espera do telefone tocar com a possibilidade da doação. Um único doador pode beneficiar 25 pessoas e, mais importante ainda, é pensar que entre as 25 vidas salvas podem estar crianças. Além disso, a doação de órgãos não precisa ser feita somente após a morte cerebral, é possível doar rins, parte do fígado, pâncreas, pulmão ou tecidos como a medula óssea durante a vida.
No Brasil, por já possuirmos um processo regulamentado, a doação de órgãos e tecidos é um processo simples, que precisa apenas da autorização da família para acontecer. E quanto mais a população tiver a consciência da importância de se tornar um doador, menor será a fila de espera.
Doar é muito mais que um ato de coragem. É um ato de bondade. É permitir que outras pessoas possam continuar a viver. O que levaremos depois de nossa morte? E o que podemos deixar? Podemos deixar como lembrança o que fizemos pelos nossos semelhantes. E com toda a certeza, a família e o receptor dos órgãos serão gratos”.
(André)
“Eu sou de Juruti, mas estou passando alguns dias aqui em Santarém, onde observo que o que estão fazendo no gramado do Estádio Colosso do Tapajós, que é a nossa maior praça de esportes aqui da região, é um absurdo! Montaram um enorme palco sobre o gramado, que a gente enxerga até mesmo do lado de fora, da Avenida Sergio Henn. Tudo isso sem ninguém da Prefeitura de Santarém ou do Governo do Pará para fiscalizar esse absurdo. Isso é o dinheiro dos nossos impostos que está indo pelo ralo. São mais de R$ 1 milhão que estão sendo deteriorados para satisfazer meia dúzia de pessoas, que se dizem religiosos, mas que não têm consciência para manter um espaço público funcionando em boa qualidade. Égua!”
(Daniele)
“O prefeito Alexandre Von, em nota emitida a imprensa do Pará recentemente, garantiu que não seriam construídos palcos na área do gramado do Estádio Colosso do Tapajós, para o Congresso da Paz, deste ano. O que vimos na manhã de hoje no local, foi o inicio da instalação de um enorme palco. A empresa responsável pela obra no gramado afirmou que a estrutura construída não suporta muito peso e nem muitas pessoas pisoteando, o que poderá prejudica-lo diretamente. O gramado foi totalmente feito para que os clubes santarenos São Francisco, São Raimundo e Tapajós fizessem seus jogos no Campeonato Paraense deste ano, diante de suas torcidas. A obra custou aos cofres públicos cerca de R$ 2 milhões. O que queríamos era que o Colosso do Tapajós ficasse apenas para a prática esportiva, até porque outras entidades religiosas conseguiram se adaptar a outros lugares de Santarém, para realizar seus eventos”.
(Luiza)
“Muito lixo na orla de Santarém. A sujeira pode ser vista desde o Terminal Fluvial Turístico até o Bosque da Vera Paz. No cais próximo ao Porto da Praça Tiradentes tem muitos copos descartáveis no local e sacos plásticos. Estamos chegando próximos as eleições deste ano e, eu não entendo o motivo da Prefeitura ainda não ter ordenado a limpeza do local. A orla de Santarém deve receber um tratamento diferenciado, porque é onde chegam e saem milhares de pessoas todos os dias. Ainda tem os turistas que escolhem a orla como ponto de referencia da cidade. O local deve ser bem tratado!”
(Jurandir)
“Nesses dias que o rio Tapajós começou a baixar, a gente nota a grande quantidade de lixo na orla da cidade. São garrafas pet, sacos plásticos, móveis, geladeiras velhas e até pneus de carro a gente vê na praia em frente à cidade. Sobre tudo isso eu não culpo somente as autoridades de meio ambiente do Município, mas também os moradores da cidade que devem ter consciência da preservação ambiental e devem deixar de jogar lixo no rio Tapajós. Caso as pessoas não se conscientizem da preservação, em poucos anos o Tapajós poderá virar o novo Tietê!”
(Célia Regina)
“Eu gostaria de alertar as autoridades de trânsito de Santarém que os ‘pegas’ continuam acontecendo quase que diariamente nas ruas mais movimentadas da cidade. Na manhã desta quarta-feira, 13, presenciei a disputa de dois ônibus, em plena Avenida Sérgio Henn, as proximidades do Estádio Barbalhão. Um dos ônibus chegou a entrar na contramão e, ele estava com vários passageiros a bordo. Isso é um perigo muito grande, porque além das pessoas que precisam do transporte todos os dias para ir ao trabalho, ainda viajam crianças e idosos nos ônibus. O Ministério Público e os órgãos de segurança devem fiscalizar a atitude das pessoas que são responsáveis por esses ônibus!”
“Ananda”
“É muito irritante chegar num ponto de ônibus em pleno período de férias escolares em Santarém, e esperar quase uma hora para poder passar um coletivo no local. Na manhã de hoje, cheguei por volta de 10h, num ponto localizado na Avenida Rui Barbosa, quase esquina com Cuiabá, onde tive alguns momentos de falta de paciência, porque passei cerca de uma hora esperando um ônibus que faz linha pra Rodagem, e parece que não passava nunca. Quando veio ainda foi um carro sucateado e, que parece que se arrastava ao invés de trafegar. Por causa desse retardamento do ônibus cheguei atrasada em um compromisso de trabalho. Passei alguns anos fora de Santarém e, quando retornei pensei que esse problema já tinha sido resolvido, mas aconteceu exatamente o contrário, o serviço de ônibus piorou na cidade!”
(Lana Mota)
“Santarém está localizada no meio de dois grandes centros urbanos do Norte do País, entre o Estado do Pará e Amazonas e a realidade sobre violência não é diferente desses centros. Porém, é em menor escala. Por Santarém ser uma cidade em processo de desenvolvimento e possuir belas paisagens por conta das praias e outros lugares de floresta, atrai muitos turistas e pessoas que procuram melhor moradia. A cidade não está preparada para esse fluxo de pessoas em grande escala por não possuir políticas que envolvam a moradia e trabalho. O inchaço urbano é uma realidade, pessoas com menos poder aquisitivo do interior e de cidades vizinhas têm migrado para a cidade e quando aqui chegam deparam com o desemprego, a fome entre outros ciclos viciosos da desigualdade social. Logo agem e contribuem com a violência. Por isso a importância de termos uma boa educação, não somente aqui, mas em todo o país, para criarmos cidadãos de bem e que sejam trabalhadores, independentemente da classe que pertencer. Pode parecer muito utópico a minha opinião. Mas não perco a esperança que somente por meio da valorização da educação que conseguiremos vencer as mazelas que assolam a realidade de nossa sociedade brasileira”.
(Márcio)
“Santarém está ficando muito perigosa com esse problema de assaltos há quase toda hora. A cada ano que passa os bandidos ficam mais ousados. Até mesmo em velório já foi registrado assalto aqui na cidade. Agora, o que eu questiono é o seguinte: as autoridades estaduais estão com olhos fechados para não enxergar que a bandidagem está querendo tomar conta de Santarém? Moramos numa cidade turística, onde todos os dias centenas de pessoas de outras regiões do Brasil e de outros países chegam em busca de lazer e entretenimento. Cabe ao Estado proporcionar segurança tanto para os moradores quanto para os turistas!”
(André)
“Olá! Gostaria de alertar as autoridades que tem um buraco enorme onde deveria ser o acostamento da Avenida Cuiabá, próximo a um banco. O perímetro fica entre as avenidas Mendonça Furtado e São Sebastião. Os riscos de acidentes são constantes. Para os ciclistas e motociclistas as dificuldades são maiores. Muitos motoristas também reclamam. Cabe ao órgão competente solucionar esse problema imediatamente, antes que algo pior aconteça no local!”
(Érika)
“Por volta de 22h30, de quarta-feira, 29, eu saí da Unip e peguei um ônibus pra ir pra minha casa, que fica próxima aos armazéns do Quincó. Quando desci na BR-163, vi dois homens em uma motocicleta em atitude suspeita. Mesmo assim continuei caminhando em direção a minha casa, quando um deles falou pro outro pra eles me assaltarem. Fiquei com muito medo e ainda cheguei a correr um pouco. A minha sorte é que o presidente do bairro que fica perto do Quincó ia passando e eu pedi ajuda a ele. Quando ele disse que ia chamar a polícia os dois homens fugiram na motocicleta. Agora estou com medo de ir pra faculdade de noite, porque a onda de assaltos em Santarém está muito grande. Mesmo com uma grande quantidade de viaturas da Polícia Militar fazendo rondas na cidade, os bandidos parece que não estão se intimidando!”
(Marlene)
“Essa questão de modificar o calendário dos times de Santarém para a realização do Congresso da Paz, no Estádio Colosso do Tapajós está mal explicada. Já teve toda aquela correria para deixar o gramado em condições de jogo, no inicio deste ano, para que Tapajós, São Francisco e São Raimundo, não ficassem sem campo para mandar seus jogos, no campeonato Paraense deste ano. Agora vem esse político e quer modificar tudo! Muitas igrejas conseguiram outros locais para realizar eventos de grande porte. Por que a Igreja da Paz também não consegue? Caso esse evento seja realizado no Colosso do Tapajós, o gramado vai sofrer bastante, porque certamente vão montar palco e devem ficar diversas pessoas sobre a grama. Eu não sou contra a realização de evento de nenhuma igreja, mas tudo deve ter hora e local apropriado. O Estádio deve ficar para os torcedores e os times que estão representando Santarém e o Pará, no Campeonato Brasileiro da Série D!”
(O escambau ilustrado desta semana)
Lixo em frente ao Posto de Saúde“Direto da cidade esquecida, vemos que continua o jardim maldito em frente a Unidade de Saúde da Aparecida. Seria bom que os candidatos a vereador, amigos do seu prefeito, agora arregaçassem as mangas e tirassem os restos da árvore que os funcionários da prefeitura derrubaram e continua no local. Esta foto com certeza ninguém quer postar no face, como antes foi divulgado… e os moradores do bairro não gostariam de ser obrigados de assistir, ao vivo”. (Carlos Cruz)
(Uma escada para a eternidade)
Uma escada para eternidade (2)“O flagrante foi feito na esquina da Avenida Marechal com a Rodagem. Uma escada que leva para a eternidade ou para a Terra do Nunca, (que os moradores de plantão juram que é Santarém). O que se pode antecipar é que o avião ou disco voador, que sinalizou no Parque da Cidade esta semana, não aterrissou até o momento em que estávamos por lá. Mas a escada ainda continua…”. (Carlos Cruz)
(Nelson – Floresta)
“Entra ano e sai ano, entra governo e saí governo e o problema nos ônibus que fazem linha em Santarém continuam os mesmos. Na última segunda-feira, um ônibus da empresa Nossa Senhora do Carmo pegou fogo, em plena Avenida Rui Barbosa, colocando em risco a vida de muitas pessoas. Porém, os problemas não param por aí. As reclamações são muitas de que os ônibus demoram muito a passar nos pontos. Há muitas pessoas que dizem que quase todos os dias chegam atrasadas ao trabalho, porque o ônibus pregou no meio do trajeto ou então retardou. Mesmo assim a classe empresarial persiste em querer aumentar o preço da passagem. Primeiramente, eles devem melhorar a qualidade do serviço, para depois aumentar a tarifa!”.

José colares

Some say he’s half man half fish, others say he’s more of a seventy/thirty split. Either way he’s a fishy bastard.