

Na
prática, quer dizer que o Pará tem o maior número de alunos atrasados
em relação a série e idade. Milhares de alunos estão com mais de dois
anos de atraso.
Pará
tem a pior taxa de distorção escolar do Brasil nos ensinos Fundamental I
e Médio. Na prática, quer dizer que o Pará tem o maior número de alunos
atrasados em relação a série e idade.
No
Brasil, a criança deve ingressar no 1º Ano do Ensino Fundamental 1 aos 6
anos de idade e terminar o 3º Ano do Ensino Médio com 17. Mas milhares
de alunos estão com mais de dois anos de atraso.
Ana
Luiza Alviz tem 17 anos e deveria estar no 3º Ano do Ensino Médio, mas
ainda está no 1º. “Tinha vezes que eu não entendia o que o professor
explicava e não tinha o livro pra eu tirar a dúvida”, diz a estudante.
Os problemas relatados pela aluna têm contribuído para um cenário
alarmante no Pará.
Segundo
dados do Censo Escolar 2017, mais de 190 mil alunos (194.129) no Ensino
Fundamental 1, o que representa 22,8% dos estudantes (850.043), estão
fora da faixa ideal. No Ensino Médio, quase metade (47,5%, ou 170,037)
do total de matriculados (358.082) está atrasada.
“A
situação escolar no Pará eu atribuo a vários fatores. Um deles é a
alfabetização, que ocorre na idade inadequada e acaba se transformando
em uma bola de neve ao longo do processo. Outra questão séria é a
formação dos nossos professores. Muitos desenvolvem, por exemplo, formas
de avaliação muito tradicional. Temos muitas vezes uma escola que
prepara o aluno para a reprovação”, diz Ival Rabelo, mestre em Educação.
A
secretária de Educação do Pará Ana Cláudia Hage atribui a outro fator.
“O motivo é muito mais social do que educacional. Temos que ver como
recuperar esse aluno que abandona a escola, que não é trazido à escola
em tempo hábil”, diz.
Segundo ela, o aluno nessa situação é trazido Mundiar, criado para tentar corrigir o atraso escolar no estado.
“Achei
o projeto uma excelente opção, principalmente pelos métodos. Tem
vídeos, videoaulas. Eu consegui aprender melhor”, diz a estudante Ana
Laura.
Apesar dos avanços, o especialista em educação faz críticas ao projeto.
Fonte: G1 PA
Na
prática, quer dizer que o Pará tem o maior número de alunos atrasados
em relação a série e idade. Milhares de alunos estão com mais de dois
anos de atraso.
Pará
tem a pior taxa de distorção escolar do Brasil nos ensinos Fundamental I
e Médio. Na prática, quer dizer que o Pará tem o maior número de alunos
atrasados em relação a série e idade.
No
Brasil, a criança deve ingressar no 1º Ano do Ensino Fundamental 1 aos 6
anos de idade e terminar o 3º Ano do Ensino Médio com 17. Mas milhares
de alunos estão com mais de dois anos de atraso.
Ana
Luiza Alviz tem 17 anos e deveria estar no 3º Ano do Ensino Médio, mas
ainda está no 1º. “Tinha vezes que eu não entendia o que o professor
explicava e não tinha o livro pra eu tirar a dúvida”, diz a estudante.
Os problemas relatados pela aluna têm contribuído para um cenário
alarmante no Pará.
Segundo
dados do Censo Escolar 2017, mais de 190 mil alunos (194.129) no Ensino
Fundamental 1, o que representa 22,8% dos estudantes (850.043), estão
fora da faixa ideal. No Ensino Médio, quase metade (47,5%, ou 170,037)
do total de matriculados (358.082) está atrasada.
“A
situação escolar no Pará eu atribuo a vários fatores. Um deles é a
alfabetização, que ocorre na idade inadequada e acaba se transformando
em uma bola de neve ao longo do processo. Outra questão séria é a
formação dos nossos professores. Muitos desenvolvem, por exemplo, formas
de avaliação muito tradicional. Temos muitas vezes uma escola que
prepara o aluno para a reprovação”, diz Ival Rabelo, mestre em Educação.
A
secretária de Educação do Pará Ana Cláudia Hage atribui a outro fator.
“O motivo é muito mais social do que educacional. Temos que ver como
recuperar esse aluno que abandona a escola, que não é trazido à escola
em tempo hábil”, diz.
Segundo ela, o aluno nessa situação é trazido Mundiar, criado para tentar corrigir o atraso escolar no estado.
“Achei
o projeto uma excelente opção, principalmente pelos métodos. Tem
vídeos, videoaulas. Eu consegui aprender melhor”, diz a estudante Ana
Laura.
Apesar dos avanços, o especialista em educação faz críticas ao projeto.
Fonte: G1 PA