
A coluna recebeu mensagem de um profissional da contabilidade e pede que seja divulgada. Quero destacar a dedicação, profissionalismo e ética da Coordenadora Gina Sales, reconhecendo seu papel fundamental na administração da SEFA na região.
SEFA DE SANTARÉM 2
É fundamental mencionar o compromisso com a ética, bem como o seu atendimento com os empresários e contadores. Sua sensibilidade no atendimento e firmeza para resolver as questões que são encaminhadas.
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Parabéns, Dra. Gina Sales, por sua atuação exemplar. Sua dedicação firme e ética na aplicação da lei transmitindo segurança e inspirando confiança em seu trabalho.
OBRA QUE NÃO ACABA
A coluna recebeu do advogado José Ronaldo a seguinte mensagem: A obra que nunca acaba virou símbolo da ineficiência crônica do poder público. É constrangedor que Santarém, cidade de porte médio e relevância regional, ainda não disponha de um estádio para a prática do futebol. Imaginem se não tivesse o nome que tem. Fica o registro e a indignação.
SERÁ VERDADE?
O Ex-Ministro da Justiça Lewandowski se queixa do enfraquecimento do cargo, sem que o governo se empenhe na aprovação das suas propostas; daí a saída. Ou pediu para sair com medo do escândalo do Banco Master?
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O escritório de advocacia do qual o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski é sócio, junto com dois filhos, manteve um contrato de consultoria com o Banco Master por quase dois anos. Mesmo após a sua nomeação para o Ministério da Justiça e Segurança Pública no atual governo federal.
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Lula e seu governo parecem enrolados até o pescoço no caso do Banco Master, cujo dono, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Uma das revelações mais devastadoras sobre esse escândalo, até agora, mostrou que o presidente da República e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, reuniram-se com Vorcaro para tratar do Master.
SERÁ VERDADE? 4
A advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, aparece como representante do Banco Master em um processo que investiga o empresário Nelson Tanure por crimes contra o mercado de capitais.
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O caso passou a tramitar no STF após a Justiça Federal em São Paulo declinar da competência e remeter a investigação à Corte, onde está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli. O inquérito corre sob sigilo e o banco figura como parte interessada no processo.
PROVA DE RESISTÊNCIA?
O que era para ser um concurso técnico para docentes de Jornalismo na Ufopa, tornou-se denúncia e deve chegar ao Ministério Público Federal (MPF). Candidatos denunciam um cenário de possíveis arbitrariedades: leitura de provas que avançou pela madrugada (até 3h30!), falta de assistência médica para quem passou mal, ausência de atas oficiais, fuga de tema por parte de aprovados e notas “idênticas” que desafiam as leis da estatística.
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De acordo com relatos de candidatos, “é vergonhoso que uma Universidade Federal, a qual deveria ser o exemplo máximo de ética e organização, promova um certame dessa forma”. Os próprios participantes o definem como desumanizado. “Colocar os concursandos para ler provas às 3h da madrugada, sem segurança ou suporte médico, não é rigor acadêmico, é tortura!”.
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E a cereja do bolo, segundos os denunciantes, são as suspeitas técnicas: “como é que uma candidata foge do tema e ainda assim é aprovada? Como explicar vários candidatos com notas exatamente iguais, até nos centésimos? Para completar o show de horrores, a banca avaliadora de um curso de Jornalismo quase não tinha jornalistas. Estão avaliando técnica ou afinidade?”.
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A Ufopa não pode se calar diante desse rastro de incertezas. Transparência não é favor, é obrigação. “Se houve erro, que se anule; se houve má-fé, que se puna. Afinal de contas, o curso de Jornalismo ensina a fiscalizar o poder; ironicamente, será esse o caso?”, questiona um denunciante.
LIXO EM ALTER
Moradores de Alter do Chão entraram em contato com a Coluna sobre uma problemática que afeta a vila. Referem-se ao fato de ruas estarem sendo usadas como depósito irregular de restos de construção e lixo diverso. O entulho está sendo jogado de foram irregular, sem qualquer tipo de fiscalização.
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Enquanto o mundo volta os olhos e os turistas pagam caro para desfrutar do nosso “Caribe Amazônico”, tem gente tratando Alter do Chão como fundo de quintal abandonado. Jogar entulho não é apenas falta de educação, é crime ambiental!
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Cadê a fiscalização? Não adianta fazer propaganda de “destino sustentável” se na prática deixam o paraíso virar lixão. As obras de construção civil não podem atropelar as leis. Alter é patrimônio de todos, não aterro sanitário de quem não tem consciência. Olho vivo, Semma! O povo de Alter não vai aceitar esse “presente de grego” calado.
CAOS SEM FIM
Iniciou a temporada de caos no trecho da rodovia Transamazônica no distrito de Miritituba, em Itaituba. Milhares de carretas carregadas de grãos, que buscam acesso aos terminais portuários, transformam a rodovia federal em um estacionamento gigante, impedindo o direito de ir e vir de moradores e demais motoristas. Diante de casos de bloqueio da via, quem precisa trafegar pela região clama por uma intervenção mais rígida das autoridades de trânsito. Motoristas relatam que a fluidez só ocorre quando há presença ostensiva da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
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“Quando a PRF está por aqui, pelo menos eles organizam e fiscalizam, e assim é possível passar em alguma pista”, desabafou um condutor preso no engarrafamento. Os usuários solicitam que as equipes permaneçam no local de forma fixa enquanto durar o pico do escoamento da safra. O problema é um “combo” de falta de infraestrutura e falha de gestão. De um lado, os oito quilômetros sem asfalto da via de acesso (Transportuária) que, sob chuva, tornam-se um atoleiro intransitável.
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De outro, a incapacidade operacional das empresas portuárias em gerenciar o pátio de triagem e o embarque dos grãos vindos do Mato Grosso. O resultado é o transbordamento dos veículos para a BR-230, criando filas quilométricas que isolam o distrito. Apesar da recorrência anual do problema e do impacto econômico e social, o cenário de 2026 mostra que pouco foi feito. A população critica a falta de ação conjunta entre a Prefeitura de Itaituba e os governos Estadual e Federal.
Por Baía
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