sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

ROBÔS DE ATENDIMENTO

Bancos, operadoras de telefonia e concessionárias de serviços públicos estão substituindo quase por total o atendimento humano por sistemas de Inteligência Artificial. Clientes relatam que ficam “presos” em menus infinitos e que os robôs não conseguem resolver problemas complexos, gerando frustração e perda de tempo, especialmente, para a terceira idade que não domina as ferramentas digitais. A modernidade chegou, mas esqueceu de trazer a eficiência! Agora, para falar com um ser humano e resolver uma conta errada ou um sinal caído, o santareno precisa ter a paciência de um monge. Você liga, digita 1, digita 2, fala com a “Juliana Robô”, e no final ela diz: “Não entendi, pode repetir?”. É de tirar qualquer um do sério!

A tecnologia deveria ser uma ferramenta para ajudar, não um muro para impedir o consumidor de exercer seus direitos. Enquanto as empresas economizam demitindo atendentes, o povo sofre no vácuo tecnológico. Tecnologia é bom, mas a capacidade de entender o problema do próximo não podem ser substituídos por um algoritmo que só sabe dizer “sinto muito”. O consumidor não é um código de barras, é gente!

Bocão

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