A suspensão é resultado de uma articulação conjunta entre o deputado federal Henderson Pinto, o governador Helder Barbalho, lideranças políticas, prefeitos e produtores de cacau.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) anunciou na segunda-feira, 23, a suspensão temporária das importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau produzidas na Costa do Marfim. A medida foi tomada devido ao risco fitossanitário decorrente do fluxo de grãos de países vizinhos para o território marfinense, o que pode possibilitar a mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil. A suspensão é resultado de uma articulação conjunta entre o deputado federal Henderson Pinto, o governador Helder Barbalho, lideranças políticas, prefeitos e produtores de cacau.
A decisão foi comemorada por Henderson Pinto. Segundo ele, quando se fala de importação de cacau, estamos falando de segurança sanitária. “O Brasil já é autossuficiente na produção de cacau. Temos produtor que segue regra, investe na lavoura, gera emprego e renda aqui. A segurança tem que vir em primeiro lugar. E foi por isso e por todos os produtores que lutamos”.

A portaria anunciada também determina que as Secretarias de Comércio e Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária adotem procedimentos para investigar possíveis casos de triangulação de amêndoas de cacau provenientes da Costa do Marfim.
A suspensão permanecerá até que a República da Costa do Marfim apresente garantias de que os envios não apresentam risco de conter amêndoas de cacau produzidas em países vizinhos, cujo status fitossanitário é desconhecido e cuja exportação ao Brasil não é autorizada.
Henderson Pinto também propõe a redução a zero da carga tributária sobre a produção nacional como forma de mitigar as distorções relacionadas a produção nacional. “Continuaremos lutando pelos produtos rurais, para fortalecer o agronegócio regional e impulsionar cada vez mais a economia”, finaliza.
Ascom Henderson Pinto
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