Um leitor da Coluna encaminhou a seguinte mensagem: “Se você passou pela Fernando Guilhon, pela Curuá-Una ou outras vias movimentadas da cidade nas últimas semanas, sentiu o drama. O trânsito de Santarém virou um “cada um por si e o guarda contra ninguém”. Cadê os agentes da SMT quando o semáforo resolve ‘tirar um cochilo’ ou quando o engarrafamento trava até pensamento?”
“Parece que o efetivo só gosta de aparecer no sol de 2h da tarde para fazer blitz de IPVA em rua deserta. Na hora do “vâmo ver”, quando o cruzamento vira um nó cego, o agente some mais rápido que dinheiro de pobre! Será que em vez de orientar e fluir, o foco é somente fiscalizar e arrecadar? Rotatória e os retornos viraram terra sem lei. Carreta, moto e pedestre disputam o mesmo centímetro de asfalto enquanto a poeira sobe e a pressão do motorista vai a 20. Se não houver presença física para botar ordem na casa, o trânsito de Santarém vai passar de ‘caótico’ para ‘parado de vez’”.
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