
As três vereadoras estão apoiando o deputado João Pingarilho, elas estão demonstrando lealdade e empenho. A lealdade das vereadoras é um conceito que se divide entre a lealdade partidária e a política no exercício do mandato.
AS TRÊS VEREADORAS 2
AS TRÊS VEREDADORAS 3
“Mana, o nome do Nélio está muito bom.” “É, mana, ele foi um bom prefeito, vai ganhar essa fácil.” “E me fala para deputado federal.” “Mana, o nome da Adriana Almeida está mexendo com a cabeça do povo. Apesar de ela estar no MDB, pelo que vi, mana, ela vai ganhar essa”.
AS TRÊS VEREDADORAS 4
“Manas, outra que está muito bem com o povo é a deputada Maria do Carmo. Ela sabe fazer política. É silenciosa, porém, atuante. Se continuar com essa estratégia vai voltar para a Assembleia”.
CORRETOR DE IMÓVEIS
O corretor de imóveis José Jonas Correa da Silva vendeu um terreno para o senhor José Carlos da Silva por 15 mil reais, só que esse terreno era de outro dono. Outro golpe aplicado foi em uma senhora onde o corretor prometeu regularizar um terreno e solicitou R$ 2.500,00, ele iniciou e não finalizou o serviço. O CRECI tem que agir para evitar que esse corretor atinja a classe.
CORRETOR DE IMÓVEIS 2
O corretor José Jonas Correa da Silva, após ler a matéria no jornal O Impacto, começou ameaçar o senhor José Carlos, que está com medo e não está saindo de sua casa. Tanto o caso da venda do imóvel, quanto da ameaça foram registrados na Polícia Civil (Boletim de Ocorrência nº 00277/2026.190044-2 e nº 00168/2026.103981-7), para que ambas as situações sejam apuradas pela autoridade policial. No registro da ameaça, consta que o corretor enviou mensagens: “AMANHÃ VOCÊ VAI RESPONDER. TU VAI PAGAR, OK? ME AGUARDE, VAI TE FUDER CARALHO”.
JURUTI x FAKE NEWS
Na terça-feira (9), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve multa de R$ 5 mil aplicada a um cidadão por propaganda eleitoral negativa, caracterizada pela veiculação de informações falsas (fake news), contra Henrique Costa, pré-candidato ao cargo de prefeito de Juruti (PA) nas Eleições de 2024. A decisão seguiu a manifestação do Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral).
JURUTI x FAKE NEWS 2
A Coligação “Para o Bem de Juruti”, pela qual o candidato disputava as eleições, apresentou representação contra Giorge Figueira Souza por abuso do poder informativo e propaganda eleitoral antecipada negativa. Segundo a acusação, ele utilizou a conta pessoal na rede social Instagram para publicar um vídeo afirmando que o pré-candidato estava inelegível.
JURUTI x FAKE NEWS 3
Além disso, afirmava que o político pretendia encerrar o “Programa Mais Jovem”, uma iniciativa municipal voltada para a assistência da população jovem local. Em primeira instância, a Justiça Eleitoral determinou a remoção imediata do conteúdo da internet e condenou o acusado ao pagamento de uma multa de R$ 5 mil por propaganda irregular caracterizada por desinformação.
JURUTI x FAKE NEWS 4
A defesa recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), alegando falta de provas sobre a autoria das postagens e afirmando que houve uso da liberdade de expressão. A Corte Regional rejeitou o recurso, por isso, o caso chegou ao TSE.
JURUTI x FAKE NEWS 5
Em parecer enviado à Corte Eleitoral, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, reforçou que a conduta de Giorge violou o artigo 9º- C da Resolução nº 23.610/2019 do TSE, que proíbe expressamente a utilização de conteúdo fabricado ou manipulado para difundir desinformação no ambiente eleitoral.
JURUTI x FAKE NEWS 6
Segundo Espinosa, a desinformação é proibida e combatida pela Justiça Eleitoral tanto antes quanto durante as eleições. O objetivo, conforme o vice-PGE, é impedir a divulgação de informações falsas ou fora de contexto que possam influenciar os eleitores, prejudicar a igualdade entre candidatos e comprometer a integridade do processo eleitoral.
CUIDADO COM GOLPE
A Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) intensificou o combate a golpes que utilizam indevidamente o nome, a identidade visual e até mesmo a imagem de defensores públicos para enganar cidadãos em situação de vulnerabilidade. Por meio do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), a instituição notificou oficialmente a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp e Facebook, cobrando medidas mais efetivas para impedir a criação e a atuação de perfis falsos que vêm sendo utilizados em fraudes contra assistidos.
CUIDADO COM GOLPE 2
Nos últimos meses, casos desse tipo foram registrados em municípios da Região Metropolitana de Belém e também em cidades do interior paraense. Segundo a Defensoria, os criminosos entram em contato com cidadãos por meio do WhatsApp, afirmando representar a instituição e solicitando pagamentos sob a falsa alegação de que seriam necessários para liberar processos, emitir documentos ou viabilizar o recebimento de valores judiciais.
CUIDADO COM GOLPE 3
A preocupação da instituição vai além dos prejuízos financeiros causados às vítimas. Os golpes atingem justamente pessoas que já enfrentam dificuldades econômicas e buscam apoio jurídico gratuito, gerando medo, insegurança e desconfiança em relação aos canais oficiais de atendimento.
CUIDADO COM GOLPE 4
De acordo com a Defensoria, os fraudadores têm utilizado nomes, logotipos e símbolos oficiais da instituição para dar aparência de legitimidade às mensagens. Em alguns casos, chegam a se apresentar como defensores públicos ou servidores, reproduzindo informações que aparentam ser reais para convencer a vítima a realizar transferências bancárias ou pagamentos via PIX.
CUIDADO COM GOLPE 5
Diante do aumento das ocorrências, o Nudecon encaminhou um ofício à Meta solicitando esclarecimentos e providências para reforçar a segurança da plataforma. Entre os pontos apresentados estão pedidos de informações sobre mecanismos de verificação de contas institucionais, formas de impedir a criação de perfis falsos e tecnologias utilizadas para identificar automaticamente usuários que se passam por órgãos públicos.
Por Baía
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