quinta-feira, 2 de julho de 2026

BNDES abre edital para fortalecer organizações sociais que atuam nas periferias do Pará

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o Instituto Phi e o Instituto Phomenta, lançou nesta quarta-feira, 1º de julho, o edital BNDES Periferias Fortes – Norte, iniciativa para o fortalecimento institucional de organizações sociais de periferia que atuam em favelas, ocupações, comunidades e outros territórios urbanos da Região Norte e do Maranhão. Com investimento de R$ 17,5 milhões, o programa selecionará até 82 Organizações Sociais de Periferia (OSPs) de pequeno e médio porte. As organizações escolhidas participarão de uma jornada de desenvolvimento institucional com duração de dois anos, com formação imersiva, mentorias, capacitações em gestão, comunicação e captação de recursos, acompanhamento técnico e apoio financeiro para implementação de seus planos de fortalecimento.

As iniciativas selecionadas poderão receber aportes de até R$ 100 mil, no caso das organizações de pequeno porte, e de até R$ 300 mil, no caso das organizações de médio porte. O programa também prevê bolsas de incentivo para apoiar a permanência das lideranças durante a formação.

O edital integra a estratégia BNDES Periferias, principal plataforma do Banco para impulsionar o desenvolvimento integrado de favelas e comunidades urbanas. Nesta quarta-feira, 30, também foi lançado o BNDES Periferias Fortes – Nordeste em evento realizado no Recife. A estratégia reconhece a potência econômica das periferias brasileiras e atua para ampliar o acesso a capacitação, redes, capital semente, apoio técnico e instrumentos de fortalecimento institucional.“O desenvolvimento do Brasil passa pelas periferias. 

Esses territórios têm potência econômica, capacidade empreendedora, lideranças comunitárias fortes e soluções construídas por quem conhece de perto os desafios locais. O papel do BNDES é ajudar essas iniciativas a ganharem escala, gerando renda, oportunidades e inclusão produtiva onde elas são mais necessárias”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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