sexta-feira, 3 de julho de 2026

BOCÃO ED. 1.622

 

UNIMED E MPF    

A coluna recebeu mensagem de um associado da UNIMED solicitando que indagasse o Ministério Público Federal com as seguintes perguntas: Será falta de zelo com o dinheiro público? Superfaturamento?

UNIMED E MPF 2

No contrato da UNIMED com a SESPA, uma cirurgia ortopédica de reconstrução ligamentar será de R$31.200,00. Pasmem, uma cirurgia dessa em todo hospital particular na cidade se faz por R$17.000,00. O Ministério Público Federal é um órgão respeitado e não aceita enrolada.  Será que é verdade, senhores Procuradores da República?

UNIMED E MPF 3

O associado requer das autoridades apuração e que peçam declarações de valores dos últimos 12 meses dos hospitais privados de Santarém dessa cirurgia de reconstrução ligamentar, que irão confirmar se é este valor de R$17.000,00. Será verdade? A última palavra fica com nossas autoridades.

UNIMED E MPF 4

A coluna também recebeu um CONTRATO ASSISTENCIAL Nº 01/2026 CELEBRADO ENTRE SESPA E HOSPITAL UNIMED OESTE DO PARÁ, tem muitas coisas que merecem ser analisadas com cautela pelas nossas autoridades. Se as autoridades não receberam, podemos enviar para saber se esse contrato é oficial.

UNIMED E MPF 5

Recebemos também essa informação e estamos divulgando para nossas autoridades apurarem se realmente é verdade. Enquanto milhares de clientes UNIMED OESTE DO PARÁ sofrem por falta de assistência, inclusive pacientes oncológicos, montou-se uma suposta “estrutura sangue suga” de diretores da UNIMED para receber contratos privilegiados com o novo hospital UNIMED e operadora UNIMED Oeste do Pará.

UNIMED E MPF 6

Já foi falado aqui sobre a empresa de telemedicina e lavanderia. Agora, mostramos o outro esquema. O laboratório criado por diretores da UNIMED para atuar no hospital UNIMED. Grave conflito de interesse e indícios de apropriação de valores da operadora em detrimento de diversos outros prestadores.


VOTO NULO     

Conversando com Dr. Piroga, ele falou que os eleitores estão indecisos com relação à eleição para deputado federal. Isso mostra que a campanha para os cargos proporcionais só deve decolar com o programa eleitoral gratuito de rádio e televisão, e que é alto o grau de insatisfação e desconhecimento dos eleitores da região com seus representantes e com os que pretendem disputar.

VOTO NULO 2

Os eleitores se queixam que em época de eleição todos são amigos, paizão e fazem de tudo para conseguir voto. Quando ganham, esquecem o eleitor, esquecem os compromissos com a região e até o bom dia. Os eleitores estão em dúvida em anular o voto ou sair de suas casas para votar.

CUIDADO PREFEITOS     

Todos os prefeitos devem ter cuidado com suas assessorias, pois alguns apresentam incompetência, desarticulação e más intenções que podem prejudicar profundamente a gestão e a imagem de um prefeito.

CUIDADO PREFEITOS 2

A escolha de auxiliares diretos como secretários, chefes de gabinete e procuradores reflete diretamente na governabilidade, na aprovação popular e na segurança jurídica do gestor. É importante que o prefeito escolha pessoas de sua confiança em cargos de confiança. Alertando os prefeitos para não confiar em assessores indicados por terceiros.

DEMISSÃO NO RECESSO

A “malandragem” de cortar o salário do professor em julho, com a suspensão de contrato, não pode acontecer, alerta o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCMPA). O presidente do Tribunal, conselheiro Lúcio Vale, teve que desenhar na Sessão Plenária que a regra é permanente! Viu, excelências? Não adianta fingir demência.

DEMISSÃO NO RECESSO 2

A prática de demitir o professor temporário nas férias para recontratar na volta às aulas — só para economizar a folha — foi enterrada pelo Tribunal e pelo STF. O profissional da educação rala o ano todo, e na hora do recesso, o prefeito quer que ele viva de vento? É incompatível com a lei e com a vergonha na cara!

DEMISSÃO NO RECESSO 3

O Bocão avisa que o bicho vai pegar. As controladorias do TCMPA vão passar um pente-fino nas folhas de pagamento da educação agora em julho e agosto. Quem tentar dar o “chapéu” nos temporários vai responder perante a Corte de Contas, e como consequência poderá ter bens bloqueados, devolver dinheiro aos cofres públicos e ficar inelegível.

DEMISSÃO NO RECESSO 4

Paguem os professores! A fiscalização está na rua e o Tribunal não vai aceitar “jeitinho”. Se a folha de julho e dezembro vier com “limpeza” de temporário, o prefeito e secretário de educação vão responder processo!

AUMENTO BARRADO

A Justiça suspendeu o aumento da tarifa da travessia Itaituba/Miritituba, realizada por balsa. A decisão judicial também determina o fim da cobrança adicional de pedestres que fazem a travessia, implantada recentemente pela empresa responsável pelo serviço, restabelecendo a gratuidade que existia anteriormente.

AUMENTO BARRADO 2

O judiciário foi acionado pela Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA), por meio do Núcleo Regional do Tapajós, que recebeu diversas queixas dos moradores da região serem surpreendidos, no início do mês de junho, com um reajuste de aproximadamente 20% nos valores cobrados pela travessia de balsa.

AUMENTO BARRADO 3

Além disso, a empresa passou a cobrar R$ 2,50 de cada pedestre que utilizasse o serviço para atravessar entre os dois lados do município. A travessia de balsa pelo Rio Tapajós é o único meio de transporte coletivo entre Itaituba e Miritituba e é utilizada diariamente por milhares de pessoas, que dependem do serviço para acessar escolas, hospitais, postos de saúde, bancos, repartições públicas e locais de trabalho na sede do município.

AUMENTO BARRADO 4

Diante do impacto da medida na rotina da população, especialmente, às pessoas em situação de vulnerabilidade, a Defensoria Pública do Pará ingressou com uma ação civil pública buscando a suspensão imediata das cobranças. O pedido foi acolhido pela Justiça, assegurando o retorno aos valores anteriores e a interrupção da cobrança dos pedestres.

AUMENTO BARRADO 5

Ao apresentar o pedido, a instituição destacou que o aumento foi implementado sem ampla divulgação prévia e sem a apresentação de informações públicas que demonstrassem a necessidade da medida. A instituição argumentou que um serviço tão importante para a mobilidade da população não pode sofrer mudanças que impactem milhares de usuários sem transparência e sem justificativas claras.

AUMENTO BARRADO 6

Ao analisar o caso, a Justiça considerou que a travessia possui caráter essencial para a população local. A decisão observou que não foram apresentados documentos que demonstrassem de forma clara a necessidade do reajuste ou da criação da cobrança para pedestres.

AUMENTO BARRADO 7

Com a decisão, a empresa deverá retornar imediatamente aos valores praticados antes do reajuste e interromper a cobrança dos pedestres. Também deverá informar os usuários sobre o cumprimento da determinação por meio da instalação de cartazes nos locais de embarque e desembarque.

Por Baía

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