
Manifestantes ocupam área de acesso à Alcoa em Juruti
Cerca de 100 a 200 pessoas, todas integrantes da Associação Comunitária da Região de Juruti Velho (Acorjuve), concentram-se desde ontem na Base Caipiranga, ponto de acesso ao Projeto da Alcoa, em Juruti, na região oeste do Pará. A pretensão do grupo, segundo informações chegadas ao blog, era ocupar as instalações da empresa. Mas a invasão não se consumou porque a Alcoa, que adotou cautelas antecipadas, já havia pedido reforço da Polícia Militar. Cerca de 40 PMs guardam as instalações do projeto.
Os manifestantes, entre os quais se incluem mulheres e crianças, não informaram ainda, precisamente, quais são as suas reivindicações. Mas pretendem conversar numa reunião com algum representante da Alcoa, o que deverá acontecer provavelmente hoje. Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo. A reserva estimada é de 700 milhões de toneladas. A mina é explorada pela Alcoa, uma das líderes mundiais na produção de alumínio.
Na última segunda-feira, setores da Inteligência da Segurança Pública há haviam detectado fortes indícios da ocupação de grandes projetos instalados no interior do Pará, durante o Fórum Social Mundial que se realiza em Belém.
Outra informação é que desde às 15h da tarde de quinta-feira, um grupo de aproximadamente 200 pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti. Houve tentativa de invasão, que foi evitada pela Polícia Militar. O presidente da Alcoa, Franklin Feder, esteve em Juruti desde ontem, disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que é o coordenador desse movimento de invasão.
No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que participem também a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA, a Prefeitura de Juruti, autoridades que não estão presentes no município.
Foto: Instalações da mina da Alcoa em Juruti
Os manifestantes, entre os quais se incluem mulheres e crianças, não informaram ainda, precisamente, quais são as suas reivindicações. Mas pretendem conversar numa reunião com algum representante da Alcoa, o que deverá acontecer provavelmente hoje. Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo. A reserva estimada é de 700 milhões de toneladas. A mina é explorada pela Alcoa, uma das líderes mundiais na produção de alumínio.
Na última segunda-feira, setores da Inteligência da Segurança Pública há haviam detectado fortes indícios da ocupação de grandes projetos instalados no interior do Pará, durante o Fórum Social Mundial que se realiza em Belém.
Outra informação é que desde às 15h da tarde de quinta-feira, um grupo de aproximadamente 200 pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti. Houve tentativa de invasão, que foi evitada pela Polícia Militar. O presidente da Alcoa, Franklin Feder, esteve em Juruti desde ontem, disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que é o coordenador desse movimento de invasão.
No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que participem também a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA, a Prefeitura de Juruti, autoridades que não estão presentes no município.
Foto: Instalações da mina da Alcoa em Juruti
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