Banco empresta bilhões para grandes projetos e empresas com potenciais impactos socioambientais, mas investimentos em práticas sustentáveis ainda estão na casa dos milhões. Segundo organizações da sociedade civil, não há transparência sobre critérios usados para financiamentos
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) finalizada em outubro reforça que, apesar de cumprir a lei, a política de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não conseguiu impedir que grandes frigoríficos financiados por ele comprassem carne de fornecedores envolvidos com desmatamento ilegal e trabalho escravo na Amazônia. A informação já tinha vindo a público no ano passado, na pesquisa "A Farra do Boi na Amazônia", do Greenpeace. O TCU menciona o documento como uma de suas fontes.
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