
Cabe destacar que os quilombolas do Arapemã vivenciam atualmente um risco geológico crítico devido ao fenômeno das “terras caídas”, que causa a erosão acelerada das margens do Rio Amazonas.
De acordo com informações, o novo pedido do MPF tem o objetivo de unificar duas frentes judiciais para resolver uma crise humanitária e ambiental. Em fevereiro, a Justiça Federal em Santarém concedeu uma decisão urgente, determinando a desocupação imediata e a reintegração de posse dos lotes 208 e 239 do Território Bom Jardim.
Ainda segundo o MPF, a decisão judicial reconheceu que os lotes públicos federais do Bom Jardim vêm sendo ocupados de forma irregular por particulares, em situação de mera detenção e sem autorização administrativa válida, além de sofrerem com degradação ambiental, comprovada por imagens de satélite, avanço do desmatamento e uso de agrotóxicos.
Diante disso, o MPF protocolou manifestação requerendo a conexão processual da ação de reintegração de posse com outro processo, movido pelo próprio MPF no último dia 23. Essa outra ação exige do Estado brasileiro a retirada emergencial das famílias de Arapemã.
O IMPACTO
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