Alguém já disse –salvo engano foi o Getúlio Vargas— que “política é esperar o cavalo passar". No Senado, o alazão se chama “suplência”.
Cavalgando o prestígio eleitoral alheio, empresários, parentes e apaniguados chegam ao plenário da Câmara Alta sem amealhar um mísero voto.
O titular da vaga nem precisa morrer. Basta que assuma algum cargo no Executivo para que o sem-voto vire senador.
Nenhum comentário:
Postar um comentário