As relações entre o consumo do guaraná, o modo de viver em comunidades ribeirinhas e a dieta amazônica dos idosos no município de Maués (a 356 quilômetros de Manaus via fluvial) indicam que os fatores ambientais são primordiais na manutenção da saúde e longevidade destes indivíduos. A percepção desses aspectos faz parte do resultado de estudos da primeira etapa do projeto ‘Idoso da Floresta: indicadores de longevidade e fragilidade’, desenvolvido pela Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), vinculada à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Genética e dieta amazônica indicam saúde e longevidade dos idosos ribeirinhos
As relações entre o consumo do guaraná, o modo de viver em comunidades ribeirinhas e a dieta amazônica dos idosos no município de Maués (a 356 quilômetros de Manaus via fluvial) indicam que os fatores ambientais são primordiais na manutenção da saúde e longevidade destes indivíduos. A percepção desses aspectos faz parte do resultado de estudos da primeira etapa do projeto ‘Idoso da Floresta: indicadores de longevidade e fragilidade’, desenvolvido pela Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), vinculada à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).
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