Parece
que a presidente Dilma estava em lugar incerto e não sabido quando o
ex-governador Joaquim Roriz esteve à frente do Governo do Distrito
Federal, nos anos 90, e fez um belo trabalho em Brasília, dando
condições de vida para milhares de pessoas que moravam de fundo de
quintal, promovendo uma revolução na distribuição de lotes e criando
cidades como Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo e muitas outras,
dando endereço a essas pessoas que escolheram Brasília para trabalhar,
estudar e viver.
Pois
bem, Joaquim Roriz foi criticado pela militância do PT e investigado
pelo Ministério Público sobre a iniciativa de dar dignidade aos
brasileiros que se fixaram aqui. Foi massacrado e até mesmo condenado
por um crime que não cometeu, quando seu grande pecado foi ajudar as
pessoas que precisavam de um teto, com muitos fugindo da seca e da
miséria no Nordeste. Nos governos anteriores, Joaquim Roriz foi
novamente massacrado pelos petistas de plantão no Distrito Federal, que
sempre criavam alguma forma de tirar o ex-governador do foco do seu
trabalho para dar explicações à sociedade de Brasília e para a mídia no
Distrito Federal.
Como
pimenta só dói do olho do vizinho, lemos as declarações da presidente
Dilma quando saiu em defesa do ministro Orlando Silva, ao dizer que o
"governo não condena ninguém sem provas e parte do princípio
civilizatório da presunção da inocência". Belas palavras para defender o
ministro. Na mesma nota, a presidente Dilma diz : “Não lutamos
inutilmente para acabar com o arbítrio e não vamos aceitar que alguém
seja condenado sumariamente”. Outras belas palavras em favor do
auxiliar, que hoje é denunciado pela mídia de todo o país, por corrupção
na pasta que ocupa na Esplanada dos Ministérios.
Joaquim
Roriz não teve o mesmo tratamento dos petistas no Distrito Federal e
mesmo fora de Brasília. A pergunta que faço é: onde estava a senhora
Dilma, nessa ocasião, quando Joaquim Roriz foi ameaçado, denunciado e
massacrado pelos atuais detentores de importantes cargos na República?
Eu
e meus filhos estamos sendo perseguidos por um deputado do PT aqui de
Brasília. Enviei à presidente Dilma; ao secretário Geral da Presidência,
Gilberto Carvalho; e ao ministro Eduardo Cardoso, uma carta explicando a
situação e não tive qualquer resposta, pois o perseguidor é dos quadros
do PT e a eles certamente não interessa intervir nessa situação para
não constranger o "companheiro".
Quando
era ministro da Justiça, o hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso
Genro, foi informado dessa perseguição. Apenas mandou uma "cartinha"
para a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal para saber o
que estava acontecendo e ficou nisso mesmo, enquanto que o deputado do
PT continua com sua perseguição implacável contra mim e meus filhos.
Como podem ver, a presidente Dilma defende o amigo, seu ministro, e não
liga para as injustiças que são praticadas por membros do seu partido, o
PT, às pessoas de bem e pacíficas.
Esse deputado do PT que persegue a mim e a meus filhos disse em nota publicada no jornal Correio Braziliense
que eu era assassino, pois tinha atropelado e morto uma criança, usando
um carro oficial. Pedi a ele explicações por meio de carta e pela
imprensa para saber onde estava registrado tal acidente, em que
delegacia ou cidade, em que dia, mês e ano isso aconteceu. Nunca
respondeu nada, ficou calado, já que se escondia na época e se esconde
ainda atrás de um instrumento imoral que é chamado de "imunidade
parlamentar", a arma dos covardes, que fogem da Justiça. Em vez de se
explicar sobre o assunto, preferiu me processar, pois o chamei de
dedo-duro e ele se sentiu ofendido.
Ele
denunciou para a sociedade de Brasília um crime fictício, que eu não
cometi, ou seja, o atropelamento de uma criança. É, dona Dilma: PIMENTA
SÓ DÓI NO OLHO DO VIZINHO.
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