Com a avenida Nazaré, no centro de Belém, devidamente interditada, os grevistas (a rigor, deveriam ser chamados de "amotinados". Mas, onde está a coragem de Jatene para isso?), forçaram uma longa reunião, no Centro Integrado de Governo (CIG), e o Governo do Pará foi obrigado a comprometer-se em conceder reajustes de 18% a 26% aos salários dos policiais militares. A proposta inicial era de 14%
De posse das nova proposta, os líderes dos grevistas apresentaram os termos do governo estadual para a tropa e por volta das 21h, foi tomada a decisão de não paralisar os serviços da PM. As várias associações representativas da PM e dos Bombeiros - Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Bombeiro Militar (Acsombmpa); Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar (Assubsarpm); Associação dos Subtenentes dos Bombeiros (Assbm/PA); Associação dos Militares da Reserva Remunerada (Aspomire), e Associação de Policiais Militares, Bombeiros Militares e Familiares (Aspol) - participaram da assembleia
O governo comprometeu-se ainda em pagar intersídio de 5% para os praças, ganho de 70% sobre a gratificação de risco de vida e ganho real de 7%.