Leia as novas do Bocão dessa semana
Fui
informado, porém, as autoridades têm que fiscalizar, que o
Vice-Governador possui uma sala exclusiva no prédio Estação Cidadania
para assuntos político partidário. Se for verdade, essa sala deveria
servir para utilidade pública e não para assunto do vice Helenilson, já
que esses assuntos não servem para o desenvolvimento da cidade e da
região. A sala deveria ser utilizada pela OAB, Ministério Público,
Defensoria Pública e outros órgãos de interesse público e não para jogar
conversa fora.
SALA DO SONO II
O prédio foi construído com a finalidade
de interesse público. Lá deve ser exercido o direito do cidadão e não
para assuntos políticos de interesse do particular. É coisa pública e
não para outros fins. O Ministério Público deve investigar para saber se
é verdade. Estou exercendo o meu dever de informar. A verdade fica com
as autoridades.
Chegou
à coluna que supostamente um prédio localizado na Avenida Rui Barbosa,
do empresário Rogério, tio do Vice-Governador, foi alugado para
funcionar uma agência do Banco do Estado do Pará pelo valor de R$ 40
mil, porém, vale R$ 5 mil. Se for verdade, esse prédio não pode ser
alugado, porque o vice-governador Helenilson faz parte do Conselho
Administrativo do banco. Caso a denúncia seja verídica, fica
caracterizada improbidade administrativa, artigo 11 da Lei 8.429/91,
podendo o vice Helenilson ficar inelegível, Lei 9.594/95. A palavra fica
com o Ministério Público Estadual e Eleitoral, para investigar.
Índio
não produz e dificulta o progresso invadindo prédios públicos e
exigindo terra e direito, mesmo tendo a regalias do branco. Se os índios
continuassem na sua cultura, concordaria com as exigências, porém, não
fazem nada e querem mais regalias. Querem luz, querem saúde, querem
terra, querem dinheiro, porém, não deixam o País crescer.
INTERNET
Continua o sacrifício. Merece uma
manifestação contra o governo e operadoras. O governo cria obrigações
via internet e não oferece qualidade, bem como não exige do particular
um sistema que atenda a necessidade das empresas, do cidadão e dos
profissionais. Deixar de cumprir as obrigações fiscais por falta de
internet, as empresas são multadas. Para escapar, devem cumprir várias
exigências onerando e muito os custos dos empresários. O povo deve se
manifestar nas ruas para exigir internet boa e não podre, já que é
interesse público de grande relevância para a população. Pra isso o povo
fica calado.
As
empresas excluídas do Simples Nacional não podem aceitar o Ato
Declaratório sem antes recorrer. A Receita Federal está tomando o lugar
da Justiça. Aplica o ato e já considera a empresa fora do simples,
porém, abre prazo para contestação. É ilegal e um absurdo. A Justiça de
São Paulo e a própria legislação não estão aceitando esse procedimento
arbitrário. Os empresários atingidos por esse abuso devem recorrer. A
Receita Federal não respeita o contraditório e a ampla defesa. É uma
verdadeira ditadura fiscal. A Justiça é soberana e somente ela decide,
não é o auditor fiscal.
DITADURA FISCAL II
Os empresários, no caso, estão sendo
obrigados a mudar até de regime, mesmo discutindo o procedimento de
exclusão. É uma aberração fiscal, não existe respeito com os
empresários. A escolha é da empresa. O procedimento da Receita Federal é
ilegal e arbitrário, enquanto a discussão existir, o efeito da exclusão
fica suspenso, porém, a Receita Federal não quer aceitar. É um alerta
para a Justiça Federal tomar conhecimento como funciona os procedimentos
da Receita Federal. O serviço público exige do particular, porém, não
cumpre com suas obrigações.
O
Órgão deve conceder honraria aos Auditores Fiscais Carlos Edilson e
Waldel Freitas, pelos procedimentos de fiscalização. Autoridades
cuidadosas e honestas com seus procedimentos. Profissionais que se
dedicam em suas funções.
MINISTÉRIO DO TRABALHO II
Enquanto esses profissionais trabalham
com dedicação, fiquei sabendo que outros auditores, abandonam suas
obrigações e foram prestigiar a festa de Parintins, se jogando na quadra
e quando retornaram para justificar a demora na fiscalização, aplicaram
auto de infração nas empresas sem analisar pontos importantes, deixando
falhas. E viva os bois Garantido e Caprichoso. E diária no bolso.



