sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bocão

Leia as novas do Bocão dessa semana

Sem Título-1SALA DO SONO
Fui informado, porém, as autoridades têm que fiscalizar, que o Vice-Governador possui uma sala exclusiva no prédio Estação Cidadania para assuntos político partidário. Se for verdade, essa sala deveria servir para utilidade pública e não para assunto do vice Helenilson, já que esses assuntos não servem para o desenvolvimento da cidade e da região. A sala deveria ser utilizada pela OAB, Ministério Público, Defensoria Pública e outros órgãos de interesse público e não para jogar conversa fora.
SALA DO SONO II
O prédio foi construído com a finalidade de interesse público. Lá deve ser exercido o direito do cidadão e não para assuntos políticos de interesse do particular. É coisa pública e não para outros fins. O Ministério Público deve investigar para saber se é verdade. Estou exercendo o meu dever de informar. A verdade fica com as autoridades.
Sem TítuloPRÉDIO
Chegou à coluna que supostamente um prédio localizado na Avenida Rui Barbosa, do empresário Rogério, tio do Vice-Governador, foi alugado para funcionar uma agência do Banco do Estado do Pará pelo valor de R$ 40 mil, porém, vale R$ 5 mil. Se for verdade, esse prédio não pode ser alugado, porque o vice-governador Helenilson faz parte do Conselho Administrativo do banco. Caso a denúncia seja verídica, fica caracterizada improbidade administrativa, artigo 11 da Lei 8.429/91, podendo o vice Helenilson ficar inelegível, Lei 9.594/95. A palavra fica com o Ministério Público Estadual e Eleitoral, para investigar.


ÍNDIO
Índio não produz e dificulta o progresso invadindo prédios públicos e exigindo terra e direito, mesmo tendo a regalias do branco. Se os índios continuassem na sua cultura, concordaria com as exigências, porém, não fazem nada e querem mais regalias. Querem luz, querem saúde, querem terra, querem dinheiro, porém, não deixam o País crescer.









INTERNET
Continua o sacrifício. Merece uma manifestação contra o governo e operadoras. O governo cria obrigações via internet e não oferece qualidade, bem como não exige do particular um sistema que atenda a necessidade das empresas, do cidadão e dos profissionais. Deixar de cumprir as obrigações fiscais por falta de internet, as empresas são multadas. Para escapar, devem cumprir várias exigências onerando e muito os custos dos empresários. O povo deve se manifestar nas ruas para exigir internet boa e não podre, já que é interesse público de grande relevância para a população. Pra isso o povo fica calado.
Título-1DITADURA FISCAL
As empresas excluídas do Simples Nacional não podem aceitar o Ato Declaratório sem antes recorrer. A Receita Federal está tomando o lugar da Justiça. Aplica o ato e já considera a empresa fora do simples, porém, abre prazo para contestação. É ilegal e um absurdo. A Justiça de São Paulo e a própria legislação não estão aceitando esse procedimento arbitrário. Os empresários atingidos por esse abuso devem recorrer. A Receita Federal não respeita o contraditório e a ampla defesa. É uma verdadeira ditadura fiscal. A Justiça é soberana e somente ela decide, não é o auditor fiscal.
DITADURA FISCAL II
Os empresários, no caso, estão sendo obrigados a mudar até de regime, mesmo discutindo o procedimento de exclusão. É uma aberração fiscal, não existe respeito com os empresários. A escolha é da empresa. O procedimento da Receita Federal é ilegal e arbitrário, enquanto a discussão existir, o efeito da exclusão fica suspenso, porém, a Receita Federal não quer aceitar. É um alerta para a Justiça Federal tomar conhecimento como funciona os procedimentos da Receita Federal. O serviço público exige do particular, porém, não cumpre com suas obrigações.
1MINISTÉRIO DO TRABALHO
O Órgão deve conceder honraria aos Auditores Fiscais Carlos Edilson e Waldel Freitas, pelos procedimentos de fiscalização. Autoridades cuidadosas e honestas com seus procedimentos. Profissionais que se dedicam em suas funções.
MINISTÉRIO DO TRABALHO II
Enquanto esses profissionais trabalham com dedicação, fiquei sabendo que outros auditores, abandonam suas obrigações e foram prestigiar a festa de Parintins, se jogando na quadra e quando retornaram para justificar a demora na fiscalização, aplicaram auto de infração nas empresas sem analisar pontos importantes, deixando falhas. E viva os bois Garantido e Caprichoso. E diária no bolso.