sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

BOCÃO ED. 1.598 / JORNAL O IMPACTO

 

   

PITÁ PITÚ E OS CANDIDATOS            

Para iniciar o ano, a madame Pitá Pitú veio passar o ano novo e aproveitou para jogar suas cartas. Quando chegou a Santarém, no calor, sentiu muito frio, se trancou no quarto e foi jogar.

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Escolheu a carta de traição com Marte. Logo chegou à conclusão que os candidatos a deputado estadual e federal estão planejando, a partir de fevereiro, se reunir com os vereadores para fechar um acordo e apoiar suas candidaturas.

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As cartas de Mercúriо junto com Vênus e Marte indicaram que esses candidatos querem iluminar suas carreiras e colocar nas cabeças dos vereadores que suas metas vão longe e exigirão clareza, sinceridade e compromisso. Pоrém, Júpiter alerta os candidatos pelos exagerоs desses compromissos.

PITÁ PITÚ E OS CANDIDATOS 4

Arrоgância оu ambição pоdem virar armadilhas. Os candidatos e os vereadores não podem perder о senso de realidade. Como tem vários candidatos a deputado estadual e federal, vai ser um excelente mоmentо para os vereadores planejarem e negоciarem projetos para Santarém, e tоmarem decisões impоrtantes, ainda que cоm certa rigidez.

PITÁ PITÚ E OS CANDIDATOS 5

Os vereadores vão precisar de lógica, estrutura, previsibilidade e muito cuidado após a eleição, já que  Vênus e Capricórniо vão refоrçar a busca pоr estabilidade, cоmprоmissо e segurança, e não relações superficiais para não perderem espaçо.


INSTALAÇÃO AMADORA  

A redação do Bocão tem recebido reclamação sobre a instalação de internet realizada, segundo ele, por colaboradores iniciantes das provedoras, ou seja, estagiários ou pessoas sem experiência na atividade, que acabam resultando em cabos emaranhados e desorganizados.

INSTALAÇÃO AMADORA 2

De acordo com um morador do Centro de Santarém, já ocorreu do poste começar a pegar fogo após a instalação (mexer nos fios). Porém, a preocupação dele é o fogo se alastrar, pois sua mãe é cadeirante, então, o medo toma conta na perspectiva de acontecer algo pior.

INSTALAÇÃO AMADORA 3

Ele ainda destacou que em um dos momentos ficou sem energia cerca de 24 horas. Outra situação foi no final de semana. Portanto, ele pede, que quando forem realizados esses serviços, vá alguém experiente, ou que auxilie, pois além da vida desse funcionário estar correndo risco, as dos moradores próximos também.


MP DE OLHO      

Possíveis manobras, nada republicanas, no município de Belterra, estão sendo apuradas pelo Ministério Público. O fiscal da lei instaurou procedimento que visa “apuração de eventuais irregularidades no Processo Seletivo Simplificado n°001/2025, promovido pela Prefeitura Municipal de Belterra”.

MP DE OLHO 2

Promotor de Justiça Titular do 9º Cargo, Diego Belchior Ferreira Santana, analisará o caso dando “ênfase na análise das fichas avaliativas individuais de todos os candidatos – aprovados e reprovados – nas 2ª e 3ª fase do certame, em especial quanto a transparência, legalidade e regularidade dos critérios de avaliação adotados de modo individualizado”.

SEM BEBEDOURO 

Clientes e frequentadores do Rio Tapajós Shopping procuraram esta coluna para manifestar indignação com uma medida, no mínimo, antipática: a retirada do bebedouro que oferecia água potável de forma gratuita ao público.

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Acompanhe um dos relatos que recebemos: “Agora, quem sente sede nos corredores do empreendimento só tem uma opção: abrir a carteira e comprar garrafinhas plásticas nas praças de alimentação ou quiosques”.

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“Oferecer água potável não é apenas uma gentileza, é uma questão de respeito básico ao consumidor do centro de compras. Que apesar de ainda não ter uma lei a qual traga essa obrigação, poderia ter consciência social pelo seu público”.

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“Retirar um bebedouro público de dentro do shopping center parece uma estratégia mesquinha para forçar o cliente a gastar com o que a natureza nos dá em abundância, mas que o comércio insiste em “engarrafar” a preço de ouro”.

SEM BEBEDOURO 5

“É o tipo de economia que sai caro para a imagem do estabelecimento. O shopping quer que o cliente passe horas circulando e consumindo, mas nega um copo d’água? É a ‘comercialização da sede’. Enquanto o marketing do shopping fala em ‘conforto e bem-estar’, a realidade nos corredores é de garganta seca para quem não quer — ou não pode — pagar 5 ou 6 reais por 500ml de água”.

ÁGUA NEGADA        

Lenil Cunha desabafou nas redes sociais:  “Hoje, dia 14/01, por volta das 12h, eu e meu marido passamos por uma situação absurda na loja STUDIO Z, no Shopping Tapajós, em Santarém. Sérgio é portador da doença de Parkinson e precisava tomar sua medicação com urgência, pois o efeito estava passando e ele começava a ficar com os movimentos comprometidos”.

ÁGUA NEGADA 2

“Pedimos apenas um copo de água, algo simples, e a loja se recusou a fornecer, alegando que não tinha copos descartáveis. Mesmo explicando que era uma necessidade médica, o pedido foi negado”.

ÁGUA NEGADA 3

“Não havia gerente no local. Diante do descaso, cancelamos a compra. Fica aqui registrado: a STUDIO Z negou um copo de água a um cliente em situação de emergência médica. ABSURDO E DESUMANO”.

TERRORISMO FISCAL      

Em uma decisão que ecoou por todo o Brasil, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reafirmou que o bloqueio da emissão de notas fiscais como forma de coagir o empresário a pagar impostos atrasados é ilegal e abusivo.

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A prática, comum em muitas prefeituras e governos estaduais, foi classificada como uma violação ao direito de livre exercício da atividade econômica.

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É preciso colocar um freio na sanha arrecadadora. O que é feito é um verdadeiro “sequestro”: se você deve imposto, o Estado corta sua capacidade de emitir nota. Sem nota, você não vende; sem vender, você não fatura; e sem faturar, como você vai pagar a dívida?

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É um ciclo burro e cruel que só serve para asfixiar o pequeno empresário e gerar desemprego. O Estado tem todos os meios legais para cobrar o que lhe é devido — execução fiscal, penhora de bens, protesto — mas escolher o caminho do “ou paga agora ou para de trabalhar” é terrorismo administrativo. Essa decisão do TJSP é um sopro de lucidez: o imposto é sagrado para o governo, mas o direito de trabalhar e produzir é sagrado para o cidadão. Que as secretarias de fazenda leiam o recado: cobrem o que é de direito, mas não tentem matar a galinha que bota os ovos de ouro impedindo-a de funcionar.

Por Baía

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