
GOVERNADORA SENDO ENGANADA
A coluna recebeu mensagem de Celson Bernardes que passamos a publicar: “Bocão, alerta a Governadora Hana para ficar de olho nos candidatos a deputado Estadual e Federal. Fiquei sabendo que os candidatos estão preocupados apenas com suas campanhas, pois nos encontros com o povo o nome da governadora não é mencionado, só estão pedindo votos para eles. Tenho informações que a governadora é honesta, competente e dedicada, e tem interesse em ajudar o Estado”.
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“Como ex-vice-governadora e atual governadora, vem marcando presença nos 144 municípios paraenses, incluindo agendas na região do Baixo Amazonas e Santarém. Sua gestão tem foco contínuo na expansão de programas sociais e em operações de segurança pública e de proteção à mulher. Hana merece o respeito dos candidatos. O povo não vai se arrepender de votar nela. As mulheres devem apoiar a Governadora Hana”.
BANCO DO BRASIL
A coluna recebeu reclamação contra o gerente do Banco do Brasil da agência da Avenida Rui Barbosa, que recusou protocolar uma denúncia contra uma servidora por ter usado um carimbo de uma médica com a finalidade de justificar sua ausência no trabalho.
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Ocorre que o gerente quando leu a notificação se recusou a receber para apurar a situação, demonstrando proteger, quando deveria apurar por meio de processo administrativo, já que se trata de uma suposta falsificação que envolve o Banco do Brasil.
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Na Constituição Federal existe um dispositivo legal que garante a qualquer pessoa o direito de protocolar petições, requerimentos e reclamações em órgãos públicos. É o artigo 5º, inciso XXXIV, alínea “a”, da Constituição Federal de 1988.
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Esse trecho da Constituição estabelece que todos os assegurados, independentemente do pagamento de taxas, tem o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos, contra ilegalidade ou abuso de poder. Portanto, segunda a pessoa, o gerente não mostrou interesse. Ministério Público e a Polícia Federal vão ser informados.
GOLPE DO DESENROLA
O programa do Governo Lula da Silva para dar desconto em dívida aos devedores já está sendo usado para aplicação de golpes. Um leitor da coluna recebeu mensagem em seu celular avisando que ele estava devendo a Operadora Claro desde 2015 e poderia reduzir em até 90%, entretanto o leitor já havia pagado essa dívida. Isso é um alerta para que as pessoas não aceitem ligações e nem mensagens.
AVENIDA ANÍSIO CHAVES
A coluna recebeu do advogado Thiago de Abreu a seguinte mensagem: “A Avenida Anísio Chaves entrou em obra. Até aí, maravilha. O problema é descobrir se a obra é para melhorar a via ou para testar a fé dos santarenos”.
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“Os corredores agora vivem uma experiência completa: lama, escuridão, risco de atropelamento e emoção gratuita. Antes já era ruim correr por lá. Agora, virou modalidade radical”. Segundo o leitor da coluna,“os carros e motos passam por onde querem, desviando dos buracos e mirando nos pedestres. Prefeito, mande seus secretários tampar os buracos e fiscalizar a via”.
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“As futuras rotatórias da Anísio Chaves talvez até organizem o trânsito quando ficarem prontas. Por enquanto, o que está organizando mesmo é a lama. Enquanto corredores tentam sobreviver entre barro, escuridão e desvio improvisado, carros e motos seguem passando onde não devem, transformando corrida em prova de ‘salve-se quem puder’. Falta só inaugurarem a faixa: ‘Corra com risco de atropelamento’. AGILIZA AÍ, PREFEITO ZÉ MARIA!”.
O POVO QUER TRABALHO
Já é o momento de os candidatos a deputado estadual e federal deixarem de lado promessas e discursos vazios e atender as necessidades da cidade e do povo. O eleitor quer diálogo, projetos e propostas concretas. No fim das contas, o voto do Oeste do Pará não deve ser conquistado pelo local de nascimento, mas pela capacidade de defender causas, apresentar soluções e trabalhar de verdade pela região.
ESCÂNDALO EM ANAPU?
Uma fonte da Coluna disse que o Ministério Público Federal (MPF), por meio do Procurador da República Rafael Nogueira Sousa, instaurou um Inquérito Civil (IC) para investigar um pesado leque de supostas irregularidades na Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Anapu. Segundo a fonte, as investigações miram supostos desvios que vão desde a criação de cargos ilegais e supersalários até fraudes em licitações envolvendo verbas federais carimbadas. A apuração preliminar do MPF aponta para um cenário de severa desorganização administrativa e desrespeito às leis locais.
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Há indícios contundentes de que a prefeitura nomeou servidores para cargos comissionados que sequer existem na estrutura administrativa da Lei Municipal nº 271/2017 (Plano de Cargos e Salários). Além da criação ilegal dessas vagas, o MPF investiga o pagamento de remunerações incompatíveis e suspeitas de supersalários. Para o procurador, os fatos apontam para a “utilização da estrutura administrativa para finalidades estranhas ao interesse público”, o que pode configurar ato de improbidade administrativa. O acervo de provas contra a gestão municipal ganhou força após o recebimento de uma representação formal enviada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (SINTEPP).
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O sindicato denunciou que a Prefeitura de Anapu vinha utilizando de forma reiterada e abusiva o mecanismo de “carona” — que consiste na adesão a atas de registro de preços de outros municípios ou órgãos públicos. A suspeita é de que o artifício estivesse sendo usado de maneira ilegal para burlar a obrigatoriedade de realizar licitações próprias e transparentes na compra de materiais e contratação de serviços para as escolas.
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A complexidade do caso se agrava porque a investigação envolve o dinheiro do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e do Salário-Educação. Como se trata de verbas federais vinculadas, qualquer desvio atinge diretamente um interesse social indisponível. Tentando esclarecer os fatos, o MPF chegou a expedir o Ofício nº 1190/2025 cobrando documentos da SEMED. No entanto, mesmo com prazos prorrogados, a prefeitura de Anapu optou pelo silêncio e omissão, ocultando os dados solicitados pela Justiça.
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Diante da falta de transparência, o procurador converteu o caso em Inquérito Civil e deu uma ordem expressa como diligência inicial: a expedição de um novo ofício à SEMED dando um prazo definitivo de 10 dias para a entrega da folha nominal de pagamentos e dos extratos bancários das contas do FUNDEB e do Salário-Educação. Este colunista informa que o espaço permanece aberto para que o Prefeito de Anapu e o Secretário de Educação se manifestem sobre o caso.
Por Baía
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