terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Jornal "O IMpacto" - Helenilson Pontes

PRUDÊNCIA
Neste momento de instabilidade jurídica, o grupo político que elegeu a Dra. Maria do Carmo deveria buscar o consenso em torno do projeto vitorioso nas urnas. Santarém deve estar acima das conveniências pessoais e a melhor saída é encontrar um nome dentro dos partidos que mantenha a unidade da coligação vitoriosa. Os sonhos e vaidades políticas devem ceder lugar ao interesse do povo de Santarém. Não é hora de fazer política com o estômago, mas com a cabeça e com muita humildade acima de tudo. Não é hora de se falar de projetos partidários, mas de projetos para Santarém e de quem tem melhores condições para conduzir este processo.
MANIPULAÇÃO
Também não é adequado o aproveitamento do momento de instabilidade jurídica para o processo de manipulação da vontade do eleitor, tentando-se criar no imaginário popular as figuras de políticos algozes e vítimas, dividindo o mundo entre políticos bons e maus, como se o problema fosse tão simples assim. Só uma esperteza ingênua permite pensar que o povo santareno é bobo, inocente, desinformado e vai se deixar levar pelas táticas partidárias.
ARROGÂNCIA
O grande problema de alguns políticos é pensar que são mais espertos do que o povo. A arrogância política é o primeiro ingrediente para um fracasso eleitoral. O povo invariavelmente castiga quem coloca seus projetos partidários acima dos interesses da maioria. Com raras exceções, os políticos costumam pensar que se conhecem bem porque conversam muito entre si, esquecendo que o povo os conhece melhor. O povo sabe exatemente quem é quem no jogo político. Ingênuo é quem acha o contrário. Os políticos deveriam escutar mais o povo do que eles mesmos

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