Titular da SMT culpa Celpa por caos no trânsito em Santarém ( afinal de quem é a culpa: Um acusa o outro???)

sábado, julho 16, 2016 0 Comments

A pastora secretária Heloisa Almeida diz que apagões da Celpa prejudicam trânsito em Santarém


Heloísa Almeida, titular da SMT em Santarém
Heloísa Almeida, titular da SMT em Santarém
O problema dos apagões ou simples piscadelas no abastecimento de energia elétrica não tem levado prejuízos somente às residências, queimando eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, bem como até servindo negativamente para paralisar por instantes e até horas o movimento natural de algumas empresas e indústrias na região. Também no trânsito a falha no abastecimento gerado pela Celpa, tem causado acidentes, alguns com vítimas fatais, por conta dos semáforos apagados; como se não bastasse, trazendo também prejuízos enormes aos cofres e orçamento públicos.
A secretária de Mobilidade e Trânsito de Santarém, Heloísa Almeida, revelou ao jornal O Impacto este problema, com ressalvas. “Não quero dizer que a Celpa tenha prejudicado o trânsito na cidade, porém, as oscilações que a energia tem causado, nos prejudicam bastante. Nós temos tido uma despesa extra, desde o mês de abril em materiais, porque em muitos casos não dá para recuperar, temos que trocar o equipamento, e nosso estoque comprado em fevereiro, já foi gasto”, admitiu a Secretária.
NÚMEROS DO PREJUÍZO: Perguntada por nossa equipe sobre as cifras que foram gastas por conta das falhas no fornecimento de energia da Celpa, a secretária Heloísa de Almeida respondeu ser impossível precisar números exatos. “De acordo com nossas faturas que aumentaram em custo com equipamentos, em torno de 8, 10 e até 15 mil reais por mês”, citou. Pior, é que os acidentes de trânsito que ocorrem, onde a fiação elétrica, postes e semáforos são danificados, também contribuem para aumentar o custo com equipamentos avariados que tem que ser trocados. Mais um dos muitos problemas que hoje Heloisa Almeida tem que ter muita fé e paciência de Jó para poder resolver.
COMERCIANTES E CICLOVIAS: Um dos fatores que mais tem dividido opiniões e virou motivo de reclamações à equipe do jornal O Impacto quase que diariamente, é a questão das ciclovias que foram implantadas em algumas ruas da cidade. Comerciantes reclamam que seus clientes não podem mais estacionar seus carros para um lanche com a família, por conta das proibições nestes locais, sujeitos até a terem seus carros guinchados. Diante desse problema, a titular da SMT, Heloisa Almeida, respondeu: “O comerciante tem que cuidar dentro do estabelecimento dele, a via é pública, a necessidade é dar condições para o ciclista, é por isso que o Ministério Público tem entrado e nos ajudado. Eles (comerciantes) estão preocupados com o negócio, porém, existem ações que o Ministério Público tem feito junto à Seminfra para que sejam retiradas mesas e cadeiras de calçadas, o que não é da alçada da SMT, mas existe este problema”, disse ela, exemplificando: “Existem casos em que o pedestre, ou passa entre mesas e cadeiras ou vai para o meio da rua; parece que só quem tem direito é o estabelecimento ou o usuário que tem carro”, disse a Secretária.
A titular da SMT destacou que a mesma reação que tem comerciantes da Travessa Silva Jardim ou outros locais de fluxo comercial, também é sentida pelos comerciantes da Avenida Sérgio Henn. “Mas eles têm que entender que todos nós temos nossos deveres e direitos. O meu direito termina onde começa o do pedestre ou do ciclista”, destacou Heloísa Almeida. “O Ministério Público hoje está fazendo uma pressão muito grande em cima do Município, para que seja dado o Alvará para o estabelecimento que tenha seu próprio estacionamento, ou seja, privativo dele. Não é justo tirar o direito do ciclista”, destacou. “Usam calçadas para colocar mesas e cadeiras e ainda querem as ciclofaixas? É muito complicado”, finalizou a titular da SMT, Heloísa Almeida.
Por: Carlos Cruz
Fonte: RG 15/O Impacto

José colares

Some say he’s half man half fish, others say he’s more of a seventy/thirty split. Either way he’s a fishy bastard.