(Foto: Divulgação/Globo)
A morte do ator Domingos
Montagner, falecido na semana passada, vítima de afogamento, ainda tem
sido lembrada como uma grande tragédia.
Domingos era funcionário da Globo e estava viajando a trabalho quando morreu em um local perigoso, sem sinalização nem segurança por parte dos órgãos envolvidos.
Domingos era funcionário da Globo e estava viajando a trabalho quando morreu em um local perigoso, sem sinalização nem segurança por parte dos órgãos envolvidos.
O MPF (Ministério Público Federal) solicitou
à prefeitura de Canindé de São Francisco (Sergipe) que haja uma
indenização coletiva pela morte do ator. As informações são da coluna
Keila Jimenez, do portal R7.
Além de um monumento em homenagem ao
artista, o MPF pede que seja construída uma escola de circo na região,
arte pela qual Domingos era apaixonado. Ele veio do circo.
A ideia é que a "indenização" envolva um
projeto social desse gênero na região, envolvendo a construção também de
um teatro na região, que deve ganhar o nome do ator. A Justiça também
quer que local do acidente seja sinalizado e volte a ter salva-vidas.
A Globo não foi envolvida pelo Ministério
Público nessa questão, mas a família de Montagner já está sendo
assessorada juridicamente e pode fazer um acordo com a emissora. O ator
deixou mulher e três filhos pequenos.
Com contrato fixo e de longo prazo (2020),
Domingos havia acabado de ser promovido para "protagonista" ao fazer a
novela "Sete Vidas" e ao viver Santo dos Anjos em "Velho Chico". O ator
passou a integrar o primeiro escalão de atores da emissora, onde estão
os melhores salários, entre R$ 70 mil e R$ 100 mil (quando estão no ar).
A Globo está dando todo o suporte
(financeiro e psicológico) à família do ator e deve honrar os pagamentos
na íntegra do contrato de Domingos até o fim. Um acordo financeiro (
uma espécie de indenização) também pode ser proposto, para evitar um
processo milionário, uma vez que ator estava viajando a trabalho quando
morreu.
Procurada, a Globo não se pronunciou sobre o caso até então.
(As informações são de Keila Jimenez, do portal R7)
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