quinta-feira, 14 de novembro de 2013

BOCÃO DO JORNAL " O IMPACTO"

Leia as novas do Bocão dessa semana

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VEREADOR DE R$ 250 MIL
E o Presidente da Câmara não vai interpelar o Cleuton Von para dizer o nome do Vereador que pediu, dele, R$ 250 mil? Vai ficar por isso? O povo vai desconfiar de todos enquanto não for esclarecido. Que vergonha!
VAIDADE
Informações repassadas à coluna dão conta de que a vaidade de alguns membros do governo municipal tem causado atrito. Segundo o informante, algumas pessoas têm se colocado acima até do Prefeito, tamanha a vaidade que estão assumindo, situação que pode prejudicar o prefeito Alexandre Von.
VAIDADE II
Segundo os críticos da situação, a impressão é que tem um governo paralelo, que realiza ações por conta própria. Um dos críticos diz que a fome de aparecer é tão desmedida que estão se promovendo. É a velha guerra política, ninguém perdoa ninguém.
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LIXO PARTICULAR
O Prefeito deve apurar essa denúncia que recebi. Nela acusa que um veículo da Prefeitura (como mostra a foto) estava à disposição de um particular. Isso é crime, conforme o Artigo 10, inciso II da Lei 8.429/92.
OBRAS SEM TRANSPARÊNCIAS
Muitas obras que estão sendo realizadas em Santarém possuem placas, mas não informam seus valores. São projetos do governo federal, estadual e municipal. A população fica sem saber o valor que o governo está gastando nessas obras e se vale a pena investir esse dinheiro. Um projeto de lei que torna obrigatório o uso de placas nas obras com os dados foi aprovado por unanimidade na Câmara de Santarém no dia 25 de junho de 2013, mas inexplicavelmente foi vetado pelo prefeito Alexandre Von. Segundo o vereador Emir Aguiar, autor do projeto, a lei seria importante para manter a transparência nas obras da Prefeitura. O Ministério Público deve investigar como o dinheiro público está sendo gasto.
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PROCURADORIA DA FAZENDA
Recebi um email de um contribuinte revoltado com o Procurador da Fazenda Nacional em Santarém. Quando é para cobrar o procedimento é rápido, quando o contribuinte paga e informa o pagamento para retirar o débito do sistema a situação é diferente. O débito não é baixado, prejudicando o contribuinte, mesmo estando regular com suas obrigações.
PROCURADORIA DA FAZENDA II
O contribuinte é desrespeitado e humilhado com esses procedimentos e o sistema não funciona a favor do contribuinte. O saudoso Saulo Ramos, Ministro da Justiça, em seu livro Código da Vida 2ª edição, pagina 297. “..Até hoje, a Fazenda Nacional tem o costume desonesto de cobrar dívidas fiscais já pagas. De preferência, de quatro a cinco anos atrás jogando com a hipótese de o contribuinte não haver guardado os comprovantes do pagamento”.
PROCURADORIA DA FAZENDA III
Em outro texto ele diz: ”Meninos, eu vi! E várias vezes. Não é preciso registrar que, em muitas ocasiões, houve quebra-paus fortes. Algumas vezes, consegui demovê-lo; em outras, fiquei vencido, porque existe no governo, em todos os governos, a mentalidade de que a ilegalidade em favor do Tesouro Nacional é eticamente legítima.”
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REFIS
Recebi da contabilista Simone Willers um comunicado alertando os contribuintes e solicitando atenção da Receita Federal e Procuradoria da Fazenda.
REFIS II
O sistema da Receita Federal e PGFN não está preparado para a reabertura do prazo do Refis, e caso não se adapte rápido, muitos contribuintes serão prejudicados pela incompetência do referidos órgãos, exatamente como ocorreu em 2009, quando da adesão ao Refis. O prazo foi apenas reaberto, com o mesmo texto, mesmo prazo e mesmas falhas.
REFIS III
Podemos citar como exemplo, o contribuinte que adere a uma modalidade errônea no momento da adesão, o sistema aceita a opção, não avisa ao contribuinte que não há débitos a se parcelar naquela modalidade, e aceitará os pagamentos efetuados, no entanto, só no momento da consolidação, daqui a um ano ou dois, é que avisará ao contribuinte que o parcelamento não será homologado, pois foi feita a opção incorreta.
REFIS IV
Outro exemplo, é o contribuinte que optou pelo Refis em 2009, optando no âmbito da PGFN ou Receita Federal pelo artigo 1º – Débitos Não Parcelados Anteriores, quando deveria optar pelo artigo 3º – Saldo Remanescente de Parcelamentos Anteriores, na reabertura, poderá optar pelo artigo 3º, já que não optou em 2009, mas a surpresa que o contribuinte terá: o site da PGFN informa que não há débitos a parcelar, já que o contribuinte optou pelo Refis anteriormente, no entanto, no site da Receita Federal poderá fazer a opção, inclusive, pelo artigo 1º, que não será consolidado, mas receberão todos os pagamentos efetuados.
REFIS V
A Lei 11.941/2009 não contemplou os saldos remanescentes do parcelamento do Simples Federal, de 2007. Porém, ao consultar no site da PGFN, o contribuinte será iludido, que este débito ingressará no parcelamento, até a fase de consolidação, pelo menos, quando terá a triste notícia. A reabertura do prazo, tão aguardada pelos contribuintes, foi feita às pressas, sem planejamento, e sem nenhum intuito em colaborar com os contribuintes, já que a Receita Federal sempre se manifestou contrária à reabertura.
CORRIDA SALGADA
Denúncias contra preços abusivos cobrado por mototaxistas permissionários continuam acontecendo em Santarém. Usuários denunciam que uma corrida feita entre bairros periféricos, como Nova República, Santarenzinho e Urumari, ao centro da cidade, custa entre R$ 5,00 e R$ 7,00. Já a corrida na área central da cidade está sendo cobrada no valor de R$ 4,00, pelos permissionários. A questão, segundo os usuários, é que a tarifa de uma corrida de mototaxi estabelecida pela Prefeitura continua em torno de R$ 3,00. Por conta dos excessos e abusos cometidos pelos mototaxistas permissionários, a população cobra providências por parte da SMT.
Por: Emanuel Rocha